Manifesto | 14 de outubro de 2006


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O mundo caminha para um destino trágico. A degradação moral, física e espiritual, fruto de uma natureza caída e degenerada, se torna cada vez mais visível, demonstrando a miséria humana em todos os seus aspectos. Diante deste triste cenário, uma ordem milenar continua a soar no coração de milhões de cristãos em todo mundo: “Ide e pregai o Evangelho a toda criatura”.

O Evangelho de Nosso Senhor Jesus Cristo são as boas novas de Salvação a todo o que nEle crê. É a voz do Criador falando à criatura que há uma esperança que transcende esta vida e que, mesmo nesta vida, não há espaço para o ódio étnico, para a exploração do homem pelo homem, nem para a indiferença ao sofrimento alheio. Somos todos iguais diante do Criador! O amor de Jesus Cristo expresso na sua cruz chama a cada um de nós à doação do nosso querer pelo bem-estar do nosso próximo. São as boas novas de reconciliação do homem com seu Criador, resultando na reconciliação do homem com seu próximo. O Evangelho transforma as pessoas, e transforma o mundo.

Como tornar esta grande transformação possível se, como igreja de Cristo, temos negligenciado à ordem de Nosso Senhor? Se, apesar de todos os esforços empreendidos pelos missionários e pregadores do evangelho ao longo dos séculos, cerca de 2,54 bilhões de pessoas permanecem alheias ao Evangelho, e das cerca de 6.912 línguas faladas no mundo, 2.529[i] não possuem nenhum trecho escrito da Bíblia, nem sequer um obreiro trabalhando.

Ao longo da história, vimos o agir de Deus levantando estudantes universitários para realizar a maravilhosa obra de evangelização mundial. Podemos citar, como exemplo, o grupo de oração de Haystack[ii], de onde surgiu a primeira agência missionária dos EUA; ou o Movimento de Estudantes Voluntários, que em poucas décadas despertou mais de 175.000 estudantes para missões, sendo que mais de 20.000 foram para o exterior[iii]; ou mesmo os sete de Cambridge[iv], entre tantos outros que Deus usou para mudar a história de missões transculturais.

Infelizmente, alguns jovens cristãos, ao entrarem em uma universidade, são seduzidos com o sonho de terem uma carreira bem sucedida, conquistar altos cargos em grandes empresas, e ganhar salários “dignos” de seus esforços. Perdemos, assim, para o mercado de trabalho, um grande potencial que poderia estar sendo utilizado para a propagação do evangelho.

Neste contexto, surge a Aliança Universitária para Missões (ALUMI), formada por estudantes e professores universitários que têm o desejo de contribuir, com suas habilidades e conhecimentos técnicos, com a tarefa de levar as boas novas de Cristo até os confins da Terra. A missão da ALUMI é formar grupos de universitários cristãos para promover discussões acerca das questões missionárias, com o intuito de estimular a paixão por missões, motivando alunos e professores a usar seus conhecimentos em prol da evangelização mundial, para que participem seja indo até os povos não alcançados, seja intercedendo, seja dando apoio profissional e/ou financeiro às agências missionárias. A visão da ALUMI é levantar um exército de pessoas, com formação superior, comprometido com a tarefa de evangelização mundial. Queremos alcançar:

Pelo menos um obreiro capacitado em cada povo não alcançado.

Pelo menos um tradutor da Bíblia para cada língua que necessite.

O máximo grau de profissionalização das Agências Missionárias.

Conclamamos todos os acadêmicos cristãos a dedicarem seus esforços físicos, espirituais, financeiros e intelectuais, e unir forças nessa árdua, mas edificante; difícil, mas não impossível tarefa de levar, em nossa geração, o Evangelho de Jesus Cristo a todos os povos que ainda não o ouviram, à proclamação da verdadeira e legítima Esperança que se manifestou ao mundo e que, mesmo sendo rejeitada por ele, o amou além dos limites de sua própria vida: Jesus Cristo Nosso Senhor.

“Pois dele, por ele e para ele são todas as coisas. A ele seja a glória para sempre! Amém.” Rm 1.36.


[i] Não vale a pena colocar a fonte dos dados?

[ii] Claude Hickman, The haystack prayer meeting

[iii] Alderi Souza de Matos, Ministérios de juventude: conquistas e percalços de um movimento.

[iv] Norman Grubb, O homem que obedecia.

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