Arquivo da categoria: Vida missionária

Artigos a respeito da vida missionária

Audiência entre representantes do DAI-AMTB e a Vice-Procuradora Geral da República

No último dia 17/5 estivemos presentes na Procuradoria Geral da República para uma audiência com a Dra Debora Duprat, articulada pelo Dep João Campos, presidente da Frente Parlamentar Evangélica. Estavamos um tanto apreensivos porém pedindo ao Senhor que, por sua graça, nos abençoasse com a promessa de Lucas 12:11 – “Quando, pois, vos levarem às sinagogas, aos magistrados e às autoridades, não estejais solícitos de como ou do que haveis de responder, nem do que haveis de dizer. Porque o Espírito Santo vos ensinará na mesma hora o que deveis dizer”.
O Deputado introduziu muito bem a conversa, ressaltando a necessidade de um diálogo maior com as missões indígenas e os evangélicos de modo geral, e logo nos passou a palavra. O Pr Rocindes Correa (diretor do DAI-AMTB) fez uma ótima apresentação da AMTB, seus propósitos, sua representatividade, e nosso desejo de aproximação com o Ministério Público para o diálogo. Em seguida expusemos algumas preocupações nossas em relação a posturas assumidas por opositores ao trabalho missionário, inclusive nos órgãos governamentais, utilizando argumentos falaciosos e, muitas vezes, falsas acusações.
A Dra Debora mostrou-se bastante solicita, respeitosa, deu-nos todo o tempo necessário, inclusive excedendo em cerca de 15 minutos o tempo previsto para a audiência. Esclareceu que suas perspectivas são comumente baseadas em informações que chegam a ela por terceiros, e mostrou-se bastante surpresa em alguns momentos ao ser informada de fatos os quais desconhecia, como por exemplo, o arquivamento de acusações feitas no passado a uma agência missionária representada pelo DAI-AMTB, tanto pelo Ministério Publico como pela Polícia Federal, por absoluta falta de provas.
Sublinhamos o cuidado necessário com a precisão na tradução quando utilizado interprete para conversas com indígenas monolíngues, observando ser essa uma costumeira fonte de malentendidos e informações imprecisas.

Expôs também algumas convicções animadoras, como o reconhecimento do caráter dinâmico das culturas, o apoio à permanência de missionários onde estes já estão integrados à vida do povo e exercem uma contribuição positiva, sempre levando em conta a decisão dos indígenas como fator preponderante.
Ressaltou que entre os procuradores há pessoas radicalmente contra nossa presença em área e não estao dispostos a reverem isso, configrando uma realidade de oposição que bem conhecemos.
Em suma, estamos bastante animados com a experiência, crendo que abriu-se uma porta preciosa que devemos nos esforçar para manter, e especialmente gratos a Deus pela oportunidade e por seu direcionamento.
Vamos em frente! Pedimos que continuem intercendendo e estejam totalmente à vontade para entrarem em contato e pedirem-nos informações através do indigena@amtb.org.br

Juntos, pelo Reino,

Cassiano Luz

Pela coordenação do DAI-AMTB
fonte: http://www.indigena.org.br/v1/

Projeto do governo auxilia missionários brasileiros no exterior

O Ministério das Relações Exteriores (MRE) realizou, por meio da Subsecretaria-Geral das Comunidades Brasileiras no Exterior do MRE (SGEB) e o Conselho de Representantes de Brasileiros no Exterior (CRBE) uma reunião sobre as ações que o governo federal pretende executar “em benefício dos brasileiros no exterior”.
Realizada entre os dias 2 e 6 de maio essa reunião teve como resultado a aprovação de um “Plano de Ação” para o biênio 2011-2012, compreendendo a realização conjunta de cerca de 100 atividades voltadas ao atendimento de demandas da diáspora brasileira. O Plano cobre as áreas de serviço e assistência consulares; políticas para as comunidades expatriadas; educação; previdência social; trabalho; saúde; assistência social e direitos humanos; cultura e comunicação; temas econômicos; e ciência e tecnologia.
Esse projeto merece atenção especial de missionários brasileiros no exterior e de suas respectivas agências de envio e apoio a missões transculturais já que a política do Governo brasileiro para seus nacionais no exterior vem sendo aprimorada nos últimos anos, por meio de uma série de iniciativas, para responder ao fenômeno do aumento da emigração brasileira.

Fonte: http://www.creio.com.br/ (vide: http://equattoria.blogspot.com/2011/05/projeto-do-governo-auxilia-missionarios.html)

A primeira missionária solteira

Betsy Stockton

A primeira mulher solteira a servir como missionária no estrangeiro foi a americana Betsy Stockton, mulher negra e ex-escrava, que foi para o Havaí, em 1823.
Certa de que Deus a chamara para servir como missionária no exterior, ela candidatou-se ao cargo na Junta Americana e os diretores concordaram em enviá-la para o estrangeiro – mas apenas como empregada doméstica de um casal missionário.
Apesar de sua posição inferior, ela foi considerada “apta para ensinar” e lhe permitiram dirigir uma escola. Mais tarde, viajou para Bombaim – Indía, onde serviu fielmente durante 34 anos na Missão Mirathi.
Em seu livro clássico sobre missões, publicado em 1910, Helen Barret escreveu sobre o progresso surpreendente das mulheres na evangelização mundial:
“Trata-se sem dúvida de uma história magnifica. Começamos fracas, hoje somos poderosas. Em 1861, havia uma única missionária no campo, em 1909 já eram 4.710 as mulheres solteiras em ação.
O desenvolvimento no exterior foi notável. Tendo começado com uma única professora, no inicio do jubileu contamos 800 professoras, 140 médicas, 380 evangelizadoras, 79 enfermeiras, 578 servidoras e ajudantes nativas”.
Mas por que tantas mulheres solteiras? O que as motivaria a deixar a segurança de suas famílias e sua pátria para uma vida de solidão, dificuldades e sacrifícios? As missões no estrangeiro atraiam as mulheres por uma variedade de razões:
1. O fato de de haver poucas oportunidades para o envolvimento num ministério de tempo integral em seu país, pois os serviço cristão era considerado uma atividade masculina.
2. O campo também servia para prover aventura e estímulo.
3. Tinham oportunidades únicas que o homens não tinham em muitos países, pois através do trabalho feminino o evangelho superou barreiras culturais e religiosas. Em 1879 a missionária Lottie Moon escreveu: “Acredito que uma mulher solteira na China vale por dois homens casados”.
4. As mulheres se distinguiram em quase todos os aspectos do trabalho missionário. Elas estabeleceram escolas no mundo inteiro, incluindo uma Universidade para oito mil alunos em Seul – Coreia.
5. As Escrituras foram colocadas a disposição pela primeira vez, para várias línguas através de sua persistência.
6. Pela coragem delas. Escreveu herbert Kane: “Quanto mais difícil e perigosa a tarefa, maior o número de mulheres em proporção ao de homens”.
7. Outra peculiaridade das mulheres nas missões relaciona-se mais com a sua apreciação do ministério, do que com o ministério em si. As mulheres, de maneira geral, achavam mais fácil admitir suas fraquezas e vulnerabilidade e apresentar um quadro mais verdadeiro da vida de um missionário “super santo”.

Vejamos algumas missionárias bem sucedidas no campo:

Charlotte (Lottie) Diggs Moon – viajou para a China em 1872 e morreu em 1912. Viveu duas vidas separadas na China. Parte do ano era gasto nas povoações fazendo trabalho evangelístico e a outra parte ela passava em Tengchow, onde treinava novos missionários, aconselhava as mulheres chinesas e lia com prazer os livros e revistas ocidentais. Escreveu inúmeros livros que abriram caminho para a sua extraordinária influência sobre a Igreja Batista do Sul dos EUA, escritos estes dirigidos às mulheres para que dessem mais apoio às missões.

Amy Carmichael – foi uma inspiração para todas as denominações no Reino Unido. Seus 35 livros descrevendo seus trinta e cinco anos na Índia, fizeram dela uma das missionárias mais queridas de todos os tempos. Seu caráter era a chave de seu sucesso para a evangelização mundial. “Tinha um caráter mais semelhante a Cristo que já encontrei”, afirmou Sherwood Eddy, estadista. Ainda afirmou: “…sua vida foi a mais fragrante, a mais jubilosamente sacrificial, que já conheci…” Ela morreu em Dohanavur em 1951, aos 83 anos de idade.

Maude Cary – Em 1901, navegou para o Marrocos com quatro outros missionários, a fim de começar seus 50 anos de serviço. Dedicou-se intensamente ao estudo da língua marroqui. Dirigiu uma escola de línguas e ajudava os novos recrutas a se adaptarem. Aos 71 anos de idade organizou um Instituto Bíblico para ensinar jovens marroquianos do sexo masculino, houve apenas três matrículas. Em 1967 o governo marroquino fechou todo acesso às missões estrangeiras, pois eram mulçumanos. Setenta e cinco anos de serviço terminaram. As estações de rádio continuaram a transmitir o evangelho, mas a pequena igreja marroquina ficou sozinha. Logo depois a incansável missionária Maude Cary partia para estar com o Senhor. No seu funeral houve apenas dois ramos de flores, quase nenhuma lágrima, algumas pessoas, sete das quais eram ministros.

Johanna Veenstra – Durante os anos 20 a 30, entregou sua vida na África. Morava numa cabana nativa sem teto e chão de terra. Estabeleceu um internato para treinar rapazes como evangelistas, o qual chegou a matricular 25 deles de uma só vez. Ainda achava oportunidades para serviços médicos e evangelísticos. Suas viagens de vila em vila duravam várias semanas e eram realizadas em uma bicicleta. Ela era um pioneira preparando o terreno para outros. Em 1933 ela havia entrado no hospital da missão para o que julgava ser uma cirurgia de rotina, mas não se recuperou e faleceu. “De uma cabana de barro para uma Mansão nos Céus.

Dezenas e centenas de outras mulheres solteiras aceitaram o desafio missionário para irem ao lugares mais difíceis da terra para levar a mensagem do amor de Cristo. Muitas delas foram martirizadas no campo missionário, mas nunca desistiram. Outras nem sabemos os seus nomes, mas no grande dia do Tribunal de Cristo, lá estarão para receberem a recompensa final pelo labor realizado nas missões transculturais.
Que o Senhor continue convocando mulheres dedicadas para a Obra Missionária, e oremos por aquelas que já estão no campo de batalha, levando o Evangelho a toda criatura. A Deus toda glória.

Fonte: http://www.basemissionaria.com.br vide (vide http://veredasmissionarias.blogspot.com/)

4 motivações missionárias

André Filipe, Aefe!

A partir de uma sondagem interna, algumas leituras e, claro, pelas próprias Escrituras, separei 4 motivações necessárias e recorrentes no missionário. Em ordem crescente de importância, ficou assim:

1) Espírito de aventura
Tinha certo receio em falar que fui levado às missões devido a leituras da National Geographic. Criei coragem com William Carey: paradigma das missões modernas, seu interesse pelos povos começou pelo acesso aos relatos das viagens do grande explorador inglês James Cook. Mas não só ele: grandes empreendimentos missionários surgiram na Europa do século XVI justamente influenciados pelos relatos das culturas do Novo Mundo descoberto por portugueses e espanhóis.
E é verdade. Se o missionário não tiver certo gosto pela aventura: o desprendimento, a curiosidade e o fascínio por culturas e línguas diferentes, o gosto pela mobilidade; terá sérias dificuldades de adaptação. Concomitante ao Espírito Santo, não foi o espírito de aventura que levou Paulo a empreender viagens por diferentes regiões do mundo?
Tá certo que o missionário não é um herói, figura romanticamente marcada neste ministério. Do tipo que, apesar das lutas, logo virá a vitória e o reconhecimento do mundo. Mas é um aventureiro do mundo real, cuja picada de cobra machuca, em quem a malária traz sofrimento, aprender outra língua é difícil, acompanhado de muita monotonia e solidão. Mas foi por desbravadores que descobrimos o mundo e é com eles que Deus espalha sua igreja.

2) Paixão pelos perdidos
A realidade do inferno é um fator propulsor da missão. Entender que as pessoas só serão livres do inferno se ouvirem a Palavra de Deus e entregarem suas vidas a Jesus Cristo, e amá-las profundamente, este entendimento têm movimentado milhares de famílias ao redor do mundo, que enfrentam doenças, mares, florestas e perigos diversos. O mais famoso é o movimento conhecido como os Irmãos Morávios, na Saxônia, cujo principal líder, conde Zinzendorf, foi muito influenciado pelo pietismo da Universidade de Halle, Alemanha.
A paixão pelos perdidos não significa que a salvação deles depende de nosso esforço pessoal, e até o conceito de “perdidos”, consagrado no imaginário missionário, pode não ser entendido corretamente. Mas a “paixão pelos perdidos”, ou melhor, este sentimento de misericórdia por  aqueles que ainda não entregaram suas vidas ou ainda não ouviram o evangelho de Jesus Cristo, considero um amor descomunal, extraordinário, mas que tem como modelo o próprio Jesus Cristo, e capacitador, seu Espírito Santo. É um sentimento que excede ao do cuidado pastoral pelas ovelhas, de pregação para fortalecimento e edificação. É uma vocação para ir às ruas buscar os escolhidos de Cristo, e sofrer e chorar por aqueles que não ouvem a pregação. O profeta Jonas, finalmente ao obedecer a Deus, erra por obedecer sem misericórdia e compaixão.

3) Obediência à Palavra e ao Espírito.
O sentimento de dever ao mandato de Deus para levar o evangelho a todos os povos foi o fundamento da Reforma missionária protagonizada pelo já citado William Carey, que sozinho traduziu a Bíblia para diversas línguas, foi perseguido pelo governo da Índia, pôde influenciar a cultura retirando práticas de assassinato, plantou igrejas, Universidade e Hospitais.
A Palavra é clara quanto a nossa responsabilidade de resplandecer a Luz de Cristo e sermos testemunhas do seu evangelho. Mas quando falo de obediência à Palavra E ao Espírito, refiro-me a uma vocação especial, individual.
Nem todos são dirigidos por Deus para saírem de seu país, de sua cultura. Mas aqueles são vocacionados pelo Espírito, desobedecem mesmo não atendendo a algo claro nas Escrituras. Jonas obedecia a Deus em Israel; desempenhava seu ofício profético, e poderia desempenhá-lo também em Társis. Mas Deus o dirigiu para outro lugar, e ele não foi.
O livro de Atos mostra que quem dá as coordenadas geográficas para o desenvolvimento da Igreja é o Espírito. Assim, posso até estar obedecendo ao Mandamento geral das Escrituras, de ser testemunha em minha cidade. Mas se o Espírito me chama para sair, ir para outro lugar, estarei sendo igualmente desobediente se não seguir adiante.

4) Ardente desejo de contemplar a Glória de Deus por toda parte.
Tenho um apreço enorme pelo ministério de tradução da Bíblia. Traduzir um livro da Bíblia para uma língua e uma cultura que não a possui deve ser uma experiência sobrenatural. No entanto, penso que não deve haver alegria e satisfação maior para um missionário do que traduzir cânticos. Quando um missionário traduz o livro da Bíblia, traduz na expectativa da conversão. Quando traduz um cântico, traduz na certeza de que crentes se converteram ao Evangelho e por isso estão aptos para adorar o Cordeiro Jesus.
Ouvir cânticos de adoração numa comunidade em que não havia cânticos de adoração deve ser uma experiência fora de série para um missionário. Ouvir testemunhos de atos soberanos de Deus, ouvir orações de gratidão numa igreja recém-nascida, não deve haver alegria maior para um missionário.
Você pode não ter um espírito de aventura, você pode não ser um cara super obediente ao Senhor Jesus, ou mesmo não ter aquele amor extraordinário, mas se o seu coração pulsa forte e seu olhos almejam ver a glória do Nome de Jesus Cristo por toda parte, então você é um missionário.

Flechas – cuidando do que é preciso. [ministério para filhos de missionários]

link: http://www.flechaswec.com/SiteFlechas/Home.html

“Flechas é o ministério da WEC Brasil dedicado ao cuidado dos filhos de missionários.

O trabalho com filhos de missionários é pioneiro dentro da prática missionária brasileira.

Acreditamos que para as famílias missionárias permanecerem no campo, é preciso que os seus filhos recebam o apoio necessário para seu bem estar e desenvolvimento. Por isto o Ministério Flechas atua nas áreas da pedagogia, psicologia, e do bem estar espiritual e social.

O cuidado com a família missionária não deveria ser uma série de esforços isolados de alguns indivíduos, mas sim, um processo contínuo onde a  igreja enviadora, a agência missionária  e outros trabalham juntos para prover o cuidado integral dos filhos de missionários.”

Flechas é o ministério da WEC Brasil dedicado ao cuidado dos filhos de missionários.

O trabalho com filhos de missionários é pioneiro dentro da prática missionária brasileira.

Acreditamos que para as famílias missionárias permanecerem no campo, é preciso que os seus filhos recebam o apoio necessário para seu bem estar e desenvolvimento. Por isto o Ministério Flechas atua nas áreas da pedagogia, psicologia, e do bem estar espiritual e social.

O cuidado com a família missionária não deveria ser uma série de esforços isolados de alguns indivíduos, mas sim, um processo contínuo onde a  igreja enviadora, a agência missionária  e outros trabalham juntos para prover o cuidado integral dos filhos de missionários.

[Livro] Com a mão no arado, Betânia

Link: http://www.betaniario.com/shop/product_info.php?products_id=142&osCsid=4d34ceef100661221a06321081ad480c

“Nas páginas deste livro você vai encontrar vida. Sim, a vida de homens e mulheres que se dedicaram a uma única causa: tornar conhecido entre as nações o evangelho transformador de Jesus Cristo. São textos curtos, histórias repletas de fé, exemplos de dedicação à causa missionária, crônicas que nos desafiam a sair do nosso comodismo espiritual e fazer algo em prol da expansão do reino de Deus. Aqui, Ronaldo Lidório, um missionário que trabalha há vários anos entre os povos não-alcançados, revela aspectos do seu trabalho que são desconhecidos pela maioria de nós. Ele apresenta ainda dados impressionantes sobre o avanço do evangelho entre as tribos indígenas da Amazônia e entre os povos da África. Ao mesmo tempo, leva-nos a uma reflexão séria sobre a atual missiologia brasileira e o que pode ser feito pela igreja para alcançar a nossa nação. Mas esta obra não aborda apenas o tema “Missões” numa esfera global. Trata também da vida cristã e de como ela está intimamente relacionada com o chamamento missionário. Se um dia abraçamos as verdades do cristianismo, também recebemos do Senhor a tarefa suprema de sermos seus porta-vozes perante o mundo. Portanto, o desafio de Deus para nós é, antes de tudo, individual. “Quando conseguimos olhar para a missão da igreja como Deus a vê, percebemos que uma alma vale muito mais que o mundo inteiro e que grandes movimentos geralmente começam com um coração quebrantado. Percebemos também que o Senhor nunca esteve, não está e jamais estará disposto a usar um povo que não seja santo”, afirma o autor. Muitos querem ver a terra arada sem, contudo, pôr a mão no arado… O desafio de Deus para cada um de nós é sermos bênção na vida daqueles que estão perto, mas também sermos instrumentos dele para abençoar os que estão longe. Você está disposto a colocar a mão no arado? O Rev. Ronaldo Lidório é missionário presbiteriano (APMT) e membro da Missão AMEM. Juntamente com sua esposa, Rossana, tem atuado na plantação de igrejas entre grupos não-alcançados no oeste africano e na Amazônia brasileira. Trabalha também como consultor voluntário na geração de estratégias para alcançar grupos animistas em diversos países. É doutor em Antropologia Cultural e autor do livro Missões: o Desafio Continua, publicado pela Editora Betânia. É pai de Vivianne e Ronaldo Júnior.”

6o Congresso Brasileiro de Missões

link: http://www.congressobrasileirodemissoes.com/

” A MISSÃO TRANSFORMADORA DIANTE DA REALIDADE MUNDIAL


CALDAS NOVAS / GOIÁS / THERMAS DIROMA HOTEL

10 A 14 DE OUTUBRO DE 2011



O 6o. CBM será em Caldas Novas-GO, de 10 a 14 de outubro de 2011. Nos reuniremos no Centro de Convenções do Hotel Thermas diRoma. Lançamos o congresso em outubro de 2010, com um ano de antecedência, pois, acreditamos que um evento desse porte necessita de muita oração e boa divulgação.
O 6o. CBM pertence a um contexto maior de despertamento missionário, retratado nesse link. Porém, o seu contexto histórico próximo, nos levou a considerar como poderemos ser relevantes à luz dos grandes desafios atuais. E assim, após oração, reflexão e muito diálogo, nos pareceu bem definir que o tema do congresso fosse: A Missão Transformadora para a Realidade Mundial.

Na sequência poderá entender melhor, verificando o programa, os temas, os sub-temas, os preletores e outros detalhes. Veja também a janela programa. Resumindo, o formato do congresso, o qual abordará o tema citado, ocorrerá nesses termos nas manhãs:

Períodos de fundamentação bíblica:

Deus e a sua criação, Norval Oliveira.

A singularidade de Cristo no centro da missão – Robinson Cavalcante.

A ação do Espírito Santo na tarefa missionária – Décio Carvalho.

A autoridade das Escrituras na evangelização mundial – Augustus Nicodemus.

Períodos de desenvolvimento do tema:

A missão integral e as demandas sociais – Maurício Cunha.

A missão diante dos impactos do meio-ambiente – A definir

As pressões sócio-culturais na obra missionária – Bill Taylor.

O Evangelho: princípios, práticas e contextualização – Ronaldo Lidório.

Períodos onde três pessoas mostrarão como poderemos ser práticos no nosso envolvimento missionário:

Projetos de ação social nas favelas dos grandes centros – Edméia Williams.

Inclusão social e a evangelização – Jeannette Lukasse.

As redes de ação social em busca dos direitos humanos – Débora Fahur.

A implicação do mandato cultural para a missão da Igreja – Tim Carriker.

A contribuição do Evangelho na preservação da natureza – João Tinôco.

As catásfrofes e a reaçao cristã – André Aureliano.

Como tornar o Evangelho relevante num mundo secularizado – Paulo Moreira.

A ação missionária e os sistemas totalitários – Zazá.

Resgatar a simplicidade do Evangelho diante do sistema capitalista – Carlos Queiróz.

Nas tardes, haverá mini-cursos, seminários e trilhas históricas (um convertido falará de como o Evangelho tornou-se conhecido naquele cultura, através da ação missionária). As noites são historicamente de despertamento missionário, tendo testemunhos missionários também. Esperamos receber os seguintes pregadores: Valdir Steuernagel, Hernandes D. Lopes, Henrique Terena e Aurivan Marinho. No total teremos por volta de 60 palestras/seminários/testemunhos, levando em consideração também as trinta e seis atividades durante as tardes.

Na verdade, estamos a caminho de um grande e abençoado congresso missionário, o qual conta com o apoio de vários movimentos de oração, como da REMAG, DESPERTA DÉBORA E CONSELHO MUNDIAL DE ORAÇÃO.

Foram realizadas cinco edições do CBM. O Senhor Deus tem nos dado graça e os congressos têm sido bênçãos na vida de todos os participantes. A natureza dos CBMs é reflexiva e prática.

Esperamos que possamos tê-lo conosco. O congresso ocorre a cada três ou quatro anos, não perca a oportunidade de 2011.


Pr Silas Tostes

6o. CBM

Coordenador


P.S. Os desafios atuais que nos levaram a pensar na relevância do 6o. CBM são: aumento da globalização; do impacto da crise financeira global; do clash de visões de mundo (secularismo/islamismo…); da perseguição religiosa; do laicismo; da “espiritualidade”; da influência pós-moderna; da desigualdade entre pobres e ricos; da escassez dos recursos naturais; do aumento dos fluxos migratórios; dos casos de AIDS (HIV), do número de crianças em risco, dos povos não evangelizados, entre outras causas.”

Chamado para missões – programa Caminho novo

[Vídeo] A verdade sobre missões – Paul Washer

[Vídeo] Ide! – Paul Washer