Arquivo da categoria: Eventos

Divulgue seu evento de missões em nosso site. Escreva para alumi.email@gmail.com e envie o cartaz.

Curso Formação de Consciência Missionária, 8-9 de julho 2011

Mais informações, aqui: http://www.cem.org.br/site/cursos/curta-duracao/cfcm/

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[Evento] Congresso Fiel Evangelismo e Missões

Com John Piper, Stuart Ollyot, Augustus Nicodemus Lopes, Mauro Meister, Franklin Ferreira, Sillas Campos, R.W.Glenn

“Amados irmãos,

Quando o ministério de conferências da Editora Fiel começou em 1985, não imaginávamos as oportunidades que surgiriam para proclamar o evangelho de Cristo aos povos de fala portuguesa em todo o mundo. Por sua graça, o Senhor abençoou o trabalho da Editora Fiel, e somos imensamente gratos pelos muitos meios através dos quais ele ampliou nosso alcance. Uma das maneiras mais significativas pelas quais Deus nos abriu oportunidades de ministério foi o trabalharmos juntos com nossos amigos em favor da causa de Cristo.

John Piper e os irmãos do ministério Desiring God têm uma paixão permanente por evangelização e têm-se esforçado por materializar a satisfação que vem de possuirmos alegria completa no Santo. A igreja brasileira está, a cada dia, assumindo um papel mais ativo na evangelização mundial. Nós, envolvidos nos ministérios da Editora Fiel, desejamos fazer o que pudermos para preparar e desafiar a igreja a seguir todos os meios possíveis tanto de preparo como de envio de seus membros, a fim de obedecerem a Grande Comissão.

Em 2011, a Conferência Fiel focalizará o tema Evangelização e Missões. Uma vez mais, nos reuniremos com amigos de todo o Brasil em Águas de Lindóia, em 3 a 7 de outubro. O nosso propósito é estudar as profundas verdades da Palavra de Deus, confiantes de que ele abençoará o tempo que passaremos juntos e demonstrará a unidade que temos em Cristo por meio de seu Espírito Santo.

John Piper, Augustus Nicodemos, Stuart Olyott, Franklin Ferreira, Sillas Campos e Mauro Meister abordarão conosco os grandes temas da Bíblia relacionado a Missões e à proclamação do evangelho para a alegria de todos os povos.
Estamos entusiasmados pela oportunidade de estudar as Escrituras, gozar de comunhão e adorar juntos. Venha estar conosco em outubro para ouvir o ensino que, cremos, instruirá a mente e inflamará o coração com amor por nosso Senhor e uma paixão por levar o evangelho até aos confins da terra.

Em Cristo,
Ricardo Denham III”

Projeto Biblioteca do Pastor, editora Fiel

Acesse: http://www.editorafiel.com.br/bibliotecapastor.php

“O projeto Biblioteca do Pastor é um ministério que visa auxiliar pastores e líderes de igrejas nos países de língua portuguesa.

Fazemos isso, enviando ao pastor ou seminarista participante do projeto, um livro (ou mais) por mês. Os livros são selecionados pela Editora Fiel. O projecto também possibilita sua participação na conferência local da Editora Fiel.

Atualmente, o projeto está abençoando pastores do Brasil, Portugal, Moçambique, Angola, Cabo Verde, Timor Leste e Guiné-Bissau.

Adote um pastor! Participe do seu ministerio através de literatura. Clique aqui e acesse o formulário para adotar um Pastor.

Os meios para o sustento do pastor beneficiado pelo projeto são obtidos através de ofertas específicas enviadas por indivíduos ou igrejas que desejam “adotar” um pastor, e que assumem o compromisso de enviar as ofertas por um período determinado – de 1 a 3 anos, podendo ser renovado.

Você e sua igreja também podem adotar um pastor em um destes países! Atualmente temos muitos candidatos na lista de espera para serem “adotados”.

Clique aqui e acesse o formulário para cadastro no Biblioteca do Pastor.

Deseja mais informações? Entre em contato conosco:

Kevin e Edinéia Millard
Coordenadores do Projeto Biblioteca do Pastor
pastors@editorafiel.com.br
(12) 3919-9999 (Ramal 805)”

Domingo da igreja perseguida

O Domingo da Igreja Perseguida, conhecido como DIP, é um dia em que as igrejas separam seus cultos, ou parte deles, para falar da causa dos cristãos perseguidos. É uma mobilização em massa das igrejas brasileiras e também de outros países, que promovem o evento para que os membros de sua comunidade saibam mais sobre a realidade da perseguição, orem e se engajem, não só neste dia, mas na causa da Igreja Perseguida.

O DIP é patrocinado pela Portas Abertas e os organizadores são voluntários. O evento dá a oportunidade para que os cristãos brasileiros conheçam e vivenciem a realidade de milhares de irmãos. Este dia, entretanto, não é apenas mais um evento para sua igreja. É uma oportunidade para divulgar e relatar os testemunhos e experiências de pessoas que nos ensinam a cada dia como ser um cristão perseverante e cheio de fé.

A data varia de ano para ano, pois é marcada para o domingo seguinte ao de Pentecostes. Esse critério foi adotado porque no relato bíblico de Atos 4, o início da perseguição aos cristãos acontece logo após a descida do Espírito Santo, com a prisão de Pedro e João. Simbolicamente, pode-se dizer que essa foi a “fundação” da Igreja Perseguida.

Divulgue, ore, participe!

Conheça mais em: http://www.domingodaigrejaperseguida.org.br/

Campos além do campus – conferência de universitários e profissionais em missões

30 Dias de Oração pelos Povos Indígenas do Brasil

Organizador: Ronaldo Lidório

Revisores: Cácio Silva, Cassiano Luz, Henrique Terena, Marcelo Carvalho, Márcio Schmidel e Kézia Lidório

Fontes: Banco de dados do Departamento de Assuntos Indígenas da Associação de Missões Transculturais Brasileiras (DAI-AMTB) e Relatório Etnias Indígenas Brasileiras 2010 (www.revista.antropos.com.br)

Colaboração:

  • · APMT (Agência Presbiteriana de Misssões Transculturais)
  • · DAI-AMTB (Departamento de Assuntos Indígenas da Asssociação de Missões Transculturais Brasileiras)
  • · CONPLEI (Conselho Nacional de Pastores e Líderes Evangélicos Indígenas)
  • · INSTITUTO ANTROPOS
  • · SEPAL (Servindo aos Pastores e Líderes)

Maiores informações sobre os povos indígenas do Brasil:

www.indigena.org.br

www.conplei.org.br

www.instituto.antropos.com.br

© Instituto Antropos 2011. Reprodução permitida.

Contato: equipe.antropos@terra.com.br Este endereço de e-mail está protegido contra spambots. Você deve habilitar o JavaScript para visualizá-lo.

Introdução

Deus ouve as orações, e esta é uma das verdades mais fantásticas da vida cristã.

Era comum Jesus convidar seus discípulos para momentos de oração (Lc 11:1). Desejava conduzi-los a um ato de fé e a momentos de intimidade com o Pai. Ao longo de sua vida e ministério Jesus continuamente orava (Mc 6:46). Por vezes se distanciava da multidão para uma noite inteira de intercessão, outras vezes falava com o Pai em curtas frases em meio à agitação diária (Mt 26:44). Em Suas orações frequentemente nos apresentava a Deus rogando por nossas vidas (Jo 17:15).

A oração nos convida ao relacionamento. Ela nos coloca aos pés do Senhor para buscarmos a Sua presença, conversarmos sobre as coisas do coração e sermos por Ele sondados. A oração provavelmente mais arriscada em toda a Palavra foi proferida pelo salmista quando clamou: Sonda-me ó Deus e conhece o meu coração. Prova-me e conhece os meus pensamentos. Vê se há em mim algum caminho mal e guia-me pelo caminho eterno” (Sl 139:23). Nela o salmista roga para que o Senhor o sonde reconhecendo que não somos capazes de sondar a nós mesmos, precisamos de Deus para entender nosso próprio coração. Roga que o Senhor o prove pedindo que Deus o conduza nos processos dos pensamentos, pois dependemos dEle para isto. Por fim roga que Ele o guie afirmando que sem Ele estamos perdidos. Orar, portanto, não é tão somente apresentar nossas petições perante o Altíssimo, é nos aproximarmos do Seu coração.

Mas não basta orar, é necessário perseverar em oração (Ef. 6:18). No livro de Atos vemos que a Igreja do primeiro século perseverava “na doutrina dos apóstolos, na comunhão, no partir do pão e nas orações” (At. 2:42). Este texto funciona como um elo de ligação entre o Pentecoste e a vida diária da Igreja. As Escrituras destacam aqui de forma objetiva que esta comunidade que seguia a Cristo era a comunidade da perserverança, que cria no impossível e caminhava na vontade do Pai mesmo durante as épocas de maiores incertezas, e o fazia em oração.

Gostaria de convidá-los a orar e perseverar em oração pelos povos indígenas do Brasil nestes dias. Temos ainda em nosso país 121 etnias pouco ou não evangelizadas, 37 vivendo em risco de extinção, 111 grupos em complexos processos de urbanização, 38 línguas com clara necessidade de tradução bíblica e 99 etnias onde há uma igreja indígena, mas ainda sem liderança própria. Os missionários evangélicos atuam em 182 etnias em evangelização, plantio de igrejas, treinamento de líderes e ações sociais, coordenando 257 programas sociais. São desafios enormes. Precisamos rogar ao Senhor pela renovação das forças dos que estão com a mão no arado, novos obreiros para novas iniciativas, sinceras conversões entre os grupos e o fortalecimento da Igreja Indígena no Brasil, recursos para os trabalhos, o abrir das portas que permanecem fechadas e, sobretudo, clara direção do Alto para que seja feita a Sua vontade.

Nestes 30 dias rogue ao Senhor da Seara por cada vida, etnia e missão, em perseverança, crendo que o Senhor ouve as orações.

Ronaldo Lidório

DIA 1 – Oremos pelos Indígenas do Brasil

O Brasil indígena é formado por 228 etnias conhecidas e oficialmente reconhecidas, 27 isoladas, 10 parcialmente isoladas, 9 possivelmente extintas (sem comprovação conclusiva), 41 ressurgidas e 25 ainda a pesquisar, totalizando 340 grupos.

A população aproximada em 2010 é de 616.000 indígenas. Dentre estes, 52% habitam em aldeamentos e 48% em regiões urbanizadas ou em urbanização. Cerca de 60% da população indígena brasileira habita a Amazônia Legal, composta pelos estados do Amazonas, Acre, Amapá, Pará, Rondônia, Roraima, Tocantins, Mato Grosso e parte do Maranhão. A partir das leituras de movimentos demográficos, porém, estima-se que em 5 anos o número dos que vivem em aldeias será equivalente aos que vivem nas pequenas e grandes cidades. A partir de 2015 a quantidade de indígenas habitando centros urbanos será, certamente, maior e em gradual aumento.

Neste universo de diversidade e multiculturalidade encontram-se as 121 etnias pouco ou não evangelizadas. São aquelas em que o evangelho de Cristo ainda não chegou, ou foi comunicado apenas a uma parte do grupo. Este tem sido um dos alvos de oração e também de esforço missionário. O DAI-AMTB (Departamento de Assuntos Indígenas da Associação de Missões Transculturais Brasileiras) reúne 41 agências missionárias filiadas, as quais abrigam missionários vinculados a mais de 120 diferentes denominações evangélicas. Juntamente com outros movimentos parceiros, como o CONPLEI (Conselho Nacional de Pastores e Líderes Evangélicos Indígenas), há uma crescente atenção neste presente desafio de comunicar o evangelho de Cristo aos que ainda não o conhecem.

Oremos:

1. Pelos grupos indígenas do Brasil e os complexos processos de manutenção de identidade, língua e cultura em meio a uma sociedade envolvente.

2. Pelas graves carências sociais, especialmente em educação, saúde e subsistência, que atingem mais de 70% dos grupos indígenas em nosso país.

3. Pelos 37 grupos vivendo em risco de extinção.

4. Pelos 121 grupos pouco ou não evangelizados, para que ouçam a respeito de Cristo.

5. Por 500 novos missionários que possam colaborar com as iniciativas em curso e se envolver com a tarefa ainda inacabada.

DIA 2 – Oremos pela Igreja Indígena no Brasil

A Igreja Indígena é um movimento crescente em nosso país e, possivelmente, maior do que se imagina. Os últimos congressos de indígenas evangélicos promovidos pelo CONPLEI, com milhares de participantes, mostram um pouco desta realidade. Esta igreja está presente, em diferentes níveis de representação, em 150 etnias, possuindo igreja local com liderança própria em 51 e sem liderança própria em 99.

Há presença missionária evangélica em 182 etnias indígenas, representando mais de 30 agências missionárias evangélicas e quase 100 diferentes denominações.

Há 16 seminários e cursos bíblicos no Brasil com ênfase no preparo indígena e 3 movimentos nacionais de iniciativa e coordenação indígena evangélica: o Conselho Nacional de Pastores e Líderes Evangélicos Indígenas (CONPLEI), a Associação de Mulheres Evangélicas Indígenas (AMEI) e a Associação Indígena de Tradudores Evangélicos (AITE).

Há 121 etnias pouco ou não evangelizadas, ou seja, aquelas em que não há presença missionária evangélica nem mesmo crentes na etnia. Outros fatores, como acesso a outras etnias evangelizadas e dispersão demográfica, também foram considerados nesta categoria. Destas 121 etnias pouco ou não evangelizadas, 74 habitam áreas viáveis, mais abertas politicamente. O restante se divide entre áreas parcialmente restritas (13) ou totalmente restritas (34).

Dentre as 150 etnias com presença evangélica indígena, 99 não possuem liderança própria e, destas, 54 não dispõem de acesso a nenhum programa de ensino bíblico. Isto demonstra que a Igreja indígena está em franco crescimento, porém não há proporcional desenvolvimento do ensino e treinamento, o que pode gerar graves problemas como sincretismo e nominalismo.

Oremos para que a Igreja Indígena, juntamente com as agências missionárias, possam também efetivamente trabalhar no combate ao alcoolismo, consumo de drogas, infanticídio e violência contra a mulher entre as etnias do nosso país. São problemas sérios que demandam compromisso de longo prazo.

Oremos:

1. Pelo crescimento e amadurecimento da Igreja indígena.

2. Pelo treinamento de novos líderes indígenas, especialmente entre os 99 grupos sem liderança evangélica própria.

3. Pelo CONPLEI, AMEI e AITE.

4. Pelos líderes indígenas nacionais como Henrique Terena, Edson Bakairi, Eli Tikuna, Jaison de Souza, Jonas Reginaldo, Leonísia Firmo, Luiz Terena e Paulo Nunes, além de vários outros preciosos irmãos.

5. Para que a Igreja indígena se torne mais e mais missionária.

DIA 3 – Oremos pelas Organizações Missionárias

Mais de 30 Agências missionárias, representando cerca de 100 denominações evangélicas, formam hoje este efetivo missionário entre os indígenas do Brasil onde se misturam as ações brasileiras, estrangeiras e indígenas, de mãos dadas. Devemos neste dia nos lembrar de louvar a Deus pelos pioneiros que vieram antes de nós deixando suas terras, igrejas e famílias. Vieram abrir o caminho. A Igreja Indígena é hoje fruto desta dedicação.

Oremos pelas agências missionárias vinculadas ao DAI/AMTB (Departamento de Assuntos Indígenas da Associação de Missões Transculturais Brasileiras): AEMI (Associação Evangélica Missionária Indígena), AGEMIW (Agência Missionária Wesleyana), ALEM (Associação Linguística Evangélica Missionária), AMANAJÉ, AMEI (Associação de Mulheres Evangélicas Indígenas), AMEM (A Missão de Evangelização Mundial), AMIDE (Associação Missionária para Difusão do Evangelho), APEC (Aliança Pró-Evangelização de Crianças), APMT (Agência Presbiteriana de Missões Transculturais), ASAS DE SOCORRO, ATE (Associação Transcultural Evangélica), ATINI (A Voz pela Vida), CONPLEI (Conselho Nacional de Pastores e Líderes Evangélicos Indígenas), GAPCK (Seminário Teológico Timóteo do Amazonas), GRAVAÇÕES BRASIL, INSTITUTO ANTROPOS, JAMI (Junta Administrativa de Missões da Convenção Batista Nacional), JMN (Junta de Missões Nacionais da Convenção Batista Brasileira), JOCUM (Jovens com Uma Missão), MCD (Missão de Cristianismo Decidido), MEIB (Missão Evangélica aos Índios do Brasil), MEU (Missão Evangélica Unida), MEVA (Missão Evangélica da Amazônia), MICEB (Missão Cristã Evangélica do Brasil), MISSÃO ANTIOQUIA, MISSÃO EVANGÉLICA CAIUÁ, MISSÃO HORIZONTES, MIU (Missão Indígena Uniedas), MNTB (Missão Novas Tribos do Brasil), MISPA (Missão Priscila e Aquila), OMITTAS (Organização da Missão Indígena da Tribo Ticuna do Alto Solimões), SAIM (South America Indian Mission) e SIL (Sociedade Internacional de Linguística).

As iniciativas missionárias evangélicas presentes em 182 etnias indígenas no Brasil atuam na evangelização, ações sociais, plantio de igrejas, tradução bíblica e treinamento de líderes. Coordenam 257 diferentes programas sociais, colaborando com a subsistência em áreas de maior necessidade e tantas outras iniciativas, representadas por ações em educação na língua materna, minimização dos problemas de saúde, valorização da cultura e da língua tradicional.

Oremos:

1. Para que o Senhor fortaleça as Organizações Missionárias em suas necessidades.

2. Pelos processos de evangelização, tradução da Bíblia, ações sociais e plantio de igrejas entre os que pouco ou nada ouviram.

3. Pelos 257 programas sociais, para que sejam usados para minimizar o sofrimento e promover a dignidade indígena.

4. Pela liderança de cada Organização Missionária, para que o Senhor lhes dê sabedoria.

5. Por clara visão do Senhor para novos passos na direção que seja prioritária para o Reino.

DIA 4 – Oremos pelos Missionários

Há grave necessidade de um efetivo missionário maior em quase todas as frentes missionárias indígenas, tanto para manter o trabalho valorosamente começado anos ou décadas atrás, bem como iniciar novos trabalhos onde há oportunidades, mas poucos recursos humanos.

Devemos orar por aqueles que já estão no campo há algum tempo, sejam veteranos e pioneiros ou mais jovens e recém-chegados. Que o Senhor os sustente dando ânimo novo e forças renovadas. Também pela provisão para cada projeto missionário.

Os últimos anos têm sido marcados por um desejo de novos grupos ou comunidades indígenas de ouvir a Palavra de Deus. Muitos apelos, porém, ficam sem resposta, pois não há quem vá. Também na retaguarda, atuação de base, trabalhos especializados de apoio e consultorias há grave carência de maior presença missionária. Não há presença missionária em 147 etnias indígenas no Brasil, sendo 95 conhecidas, 27 isoladas e 25 a pesquisar.

Devemos orar por novos missionários que: (1) tenham compromisso com Cristo e a obra missionária entre os povos indígenas; (2) estejam desejosos de se envolverem com desafios e programas de médio e longo prazo; (3) sejam aptos ao aprendizado de uma nova língua e cultura; (4) tenham forte desejo de se envolverem com o universo indígena de forma integral; (5) sejam aprovados segundo a Palavra de Deus (1 Timóteo 3).

Oremos:

1. Pelos missionários em seus campos e ministérios, por forças novas e ânimo no Senhor. Por um bom relacionamento com a equipe de trabalho e também com o indígena.

2. Pelas famílias missionárias, boa saúde, vida em família e criação dos filhos no Senhor. Também por provisão pessoal para os projetos familiares.

3. Por novos missionários, relacionamento com suas igrejas enviadoras e agências missionárias, provisão para suas vidas e início de ministério e, sobretudo, vida com Deus e clara direção do Alto para o próximo passo.

4. Por discernimento quanto ao trabalho e perseverança para os novos missionários. Por um bom relacionamento com a equipe de trabalho e com o indígena.

5. Por facilidade no aprendizado de língua e compreensão da cultura com a qual se relaciona. Por amor a Cristo e aos indígenas com os quais trabalha. Por alegria no ministério.

DIA 5 – Oremos pelas Traduções Bíblicas

Consideramos a existência de 181 línguas indígenas no Brasil, apesar das diferentes discussões e estudos ainda inconclusivos sobre várias delas.

O trabalho missionário tem sido um dos principais promotores da grafia e preservação das línguas tradicionais dos povos indígenas em nosso país e diversas outras partes do mundo.

Em 54 línguas há programas de análise linguística e letramento em andamento, sob iniciativa evangélica. Em 31 destas línguas há também programas de tradução bíblica em andamento. No momento, contamos com 58 línguas que possuem porções bíblicas, o Novo Testamento ou a Bíblia completa em seu próprio idioma, material que serve a 66 etnias.

Em 3 línguas há a Bíblia completa (que serve a 7 etnias); em 32 há o Novo Testamento completo (que serve a 36 etnias) e em 23 há porções bíblicas (que servem ao mesmo número de etnias).

Há 10 línguas com clara necessidade de tradução bíblica, 28 com necessidade de um projeto especial de tradução com base na oralidade e 31 com situação ainda indefinida, a avaliar. Estas 31 línguas a avaliar são faladas por 59 etnias. Tanto as línguas com necessidade de projetos de tradução quanto aquelas com necessidade de um projeto especial de oralidade possuem pouquíssima possibilidade de compreensão do Evangelho em alguma outra língua, por outros meios de comunicação ou outros grupos próximos. Oremos especialmente pelos Aweti (Mato Grosso), Húpdah (Amazonas), Juruna (Mato Grosso e Pará), Kamayurá (Mato Grosso), Karitiana (Rondônia), Mynky (Mato Grosso), Panará (Mato Grosso e Pará), Waimiri-Atroari (Amazonas e Roraima) e Zo’é (Pará).

Oremos:

1. Pelo uso das Escrituras já traduzidas e disponibilizadas: para que sejam abundantemente usadas pela Igreja indígena.

2. Pelas 38 línguas conhecidas sem as Escrituras: novas iniciativas, bem como projetos de oralidade.

3. Pelos projetos em andamento em 54 diferentes línguas: ânimo renovado para cada linguista-tradutor, agência missionária e igreja envolvidas com estes projetos.

4. Por novos linguistas, tradutores, educadores e mestres.

5. Pela AITE (Associação Indígena de Tradutores Evangélicos) bem como pelas igrejas indígenas sem as Escrituras em seu próprio idioma.

DIA 6 – Oremos pelo Uso das Escrituras

O trabalho de tradução e uso das Escrituras é longo e requer um envolvimento integral de, pelo menos, uma geração. Não é suficiente traduzir as Escrituras, mas também alfabetizar os que a lerão e despertar neles o desejo de fazê-lo. Além da forma clássica de tradução bíblica (publicações impressas) há também muitos desafios para a produção de material em audio e audiovisual. A transmissão das Escrituras de forma oral tem sido uma ótima estratégia de comunicação das Boas Novas e se adequa a diversas línguas e contextos.

Há 17 etnias com acesso à Bíblia (seja porção, Novo Testamento ou Velho Testamento) na língua materna, mas sem indígenas evangélicos entre eles. Ou seja, a Bíblia está presente, mas não está sendo usada. Há ainda outras 25 etnias com o mesmo acesso à Bíblia e com existência da igreja indígena local, mas sem liderança própria.

O desafio de tradução e transmissão das Escrituras se faz presente, assim, tanto nas 10 línguas com carência confirmada de tradução bíblica, como nas 28 com necessidade de um projeto especial de oralidade e, também, nas 54 que possuem projetos linguísticos e de tradução em andamento. É imperativo apoiarmos aqueles que já estão no caminho, com longo trabalho já realizado, e não somente investirmos em novas iniciativas.

Vemos, portanto, que nesta área precisamos olhar para os que já estão caminhando, para que não parem ao longo do caminho; para os que irão iniciar a caminhada com novos desafios; e para aqueles cujo trabalho de tradução já foi concluído, mas o uso das Escrituras necessita ser reavivado. Precisamos de educadores e mestres na mesma proporção que linguistas e tradutores.

Oremos:

1. Para que a Igreja Indígena tenha crescente interesse pela Palavra em sua própria língua. Por proveito na leitura, aprendizado e reprodução da Palavra a outros.

2. Por mais missionários linguistas e tradutores, bem como educadores e mestres em cada grupo indígena com tal necessidade.

3. Pela disponibilização das Escrituras de forma escrita, gravada, contada ou dramatizada (e, sobretudo em testemunho) em cada etnia indígena do Brasil.

4. Pelos projetos de tradução em andamento, para que os indígenas tenham interesse na participação dos mesmos desde já.

5. Pelas organizações e iniciativas missionárias promotoras da Palavra entre os indígenas: por perseverança, bom trabalho, portas abertas e criatividade na disponibilização das Escrituras em cada língua do nosso país.

DIA 7 – Oremos pelos Indígenas Urbanizados

Considerando que 48% da população indígena brasileira já vive hoje em áreas urbanizadas é necessário orar por este desafio. Provavelmente, 111 grupos indígenas já vivem em contexto de urbanização, o que promove uma série de disfunções socioculturais.

A urbanização é um fenômeno produzido, sobretudo, pelos processos de atração que promovem a migração do indígena para áreas urbanizadas, pequenas e grandes cidades. Os principais elementos de atração são: (1) busca por educação formal em português; (2) proximidade de uma melhor assistência à saúde; (3) acesso a produtos assimilados (especialmente roupas, alimentos, entretenimento e álcool); e (4) expectativa de melhor subsistência.

Os dados quanto ao processo de urbanização e suas implicações socioculturais, sociolinguísticas e familiares ainda são inconclusivos, porém, apontam, em grande parte, para um cenário por demais preocupante, formado por sérias deficiências de inclusão social, empobrecimento da dieta alimentar e dificuldade de acesso às iniciativas de assistência pública.

A evangelização dos grupos urbanizados também representa um grande desafio. Duas posturas têm sido observadas de forma mais presente neste contexto. Primeiramente, ignorar e discriminar a presença indígena na cidade evitando o contato e qualquer iniciativa de relacionamento. Em segundo lugar, abordá-los sem critérios de sensibilidade cultural, incorporando-os à trabalhos com padrões não indígenas que promoverão dificuldades de comunicação e algum sistema de exclusão.

Oremos:

1. Pelos 111 grupos indígenas em processo de urbanização.

2. Pelas políticas públicas, para que possam contemplar este grupo quase invisível nas cidades brasileiras.

3. Pelas iniciativas evangélicas entre eles, de forma ativa, intencional e culturalmente sensível.

4. Por lideranças indígenas evangélicas que possam conduzir o povo nesta difícil caminhada.

5. Pelas iniciativas do CONPLEI, que visam facilitar a experiência de urbanização dos indígenas evangélicos.

DIA 8 – Oremos pelas Ações Sociais e Direitos Humanos

Historicamente as iniciativas missionárias sempre se associaram às ações sociais, especialmente nas áreas de educação e saúde.

Em 165 etnias indígenas há programas e projetos sociais coordenados por missionários evangélicos. Destas, 92 possuem um programa social ativo, 54 possuem dois programas sociais ativos e 19 possuem 3 ou mais programas, perfazendo 257 programas e projetos com ênfase nas áreas de educação (análise linguística, registro, letramento, publicações locais e tradução), saúde (assistência básica, primeiros socorros e clínicas médicas), subsistência e sociocultural (valorização cultural, promoção da cidadania, justo comércio e inclusão social). Apenas 17 etnias com presença missionária evangélica não possuem um programa social ativo. Mais de 90% de todos os programas e projetos são subsidiados por igrejas, empresas e representantes evangélicos do Brasil. Estes números demonstram que a presença missionária evangélica está, histórica e tradicionalmente, sempre associada a iniciativas sociais e culturais, especialmente àquelas com forte valor para o povo local.

Várias destas iniciativas estão associadas à luta pelos direitos humanos. Um movimento nacional com ênfase no combate ao infanticídio foi iniciado pela ATINI – VOZ PELA VIDA, e aglutinou, nos últimos anos, apoio e participação de todos os segmentos evangélicos, despertando o debate, expondo fatos contundentes e resultando em ações de valorização à vida e apoio a crianças em risco de infanticídio.

Oremos:

1. Pelos 257 programas sociais coordenados pelos missionários: por sabedoria, perseverança e provisão de recursos humanos e financeiros.

2. Pelas populações indígenas com carências não supridas em áreas sociais: por novas iniciativas.

3. Por políticas públicas mais amplas que contemplem as populações com maiores carências.

4. Pela ATINI e a luta contra o infanticídio: pela liderança do movimento e conscientização das populações indígenas quanto ao assunto.

5. Pelos missionários envolvidos em ações sociais: por ânimo renovado a cada passo e provisão para cada projeto.

DIA 9 – Oremos pelas Etnias sob risco de Extinção

Dentre a diversidade do universo étnico indígena brasileiro encontram-se também 37 grupos vivendo em risco de extinção, levando em consideração sua população (inferior a 35 pessoas), elementos socioambientais desfavoráveis, limitado acesso à assistência de saúde, conflitos e dispersão, que são os 5 principais fatores no processo de extinção de um grupo.

Vale ressaltar que, além destas 37 etnias, outras 3 foram recentemente consideradas como extintas e 9 estão na categoria de possivelmente extintas, portanto é um processo dinâmico e amplo que atinge, especialmente, as etnias menores e sujeitas aos fatores mencionados. Devemos nos lembrar que etnias não se extinguem apenas no interior esquecido das matas, mas também no encontro de culturas, notadamente nos processos de urbanização.

Oremos pelos grupos minoritários e, especialmente, por aqueles que enfrentam situações de sofrimento humano e social.

Dentre às etnias sujeitas à extinção, lembremos de orar pelos Avá-Canoeiros, Txapacura, Arikapu, Ewuarhuyana, Juma, Krejê, Mandawaka, Tawandê, Yakarawakta e Wokarangma.

Oremos:

1. Por políticas públicas e iniciativas privadas que possam minimizar os problemas crônicos de saúde.

2. Pela diminuição dos conflitos no próprio grupo ou com membros de grupos vizinhos.

3. Pela evangelização e conversão destes grupos.

4. Pela preservação da língua, cultura e identidade.

5. Pela solução dos problemas que envolvem território.

DIA 10 – Oremos pelas 121 Etnias Pouco ou Não Evangelizadas

Há cerca de 121 etnias que podemos considerar pouco ou não evangelizadas. São aquelas onde o evangelho não foi proclamado ou ainda não há crentes no Senhor Jesus Cristo. Destas 121 etnias pouco ou não evangelizadas, 74 habitam áreas viáveis, ou seja, áreas onde não há fortes restrições para a entrada e permanência missionária. O restante se divide entre áreas parcialmente restritas (13) ou totalmente restritas (34).

Vários elementos fazem com que uma etnia permaneça ainda pouco ou não evangelizada após tantos anos de fé Cristã em nosso país, além de múltiplas iniciativas missionárias, porém, talvez o principal elemento seja de fato a carência de missionários.

Como representantes destes grupos pouco ou não evangelizados podemos orar pelos Akuriô (Pará), Arapaso (Amazonas), Aweti (Mato Grosso), Kantaruré (Bahia), Katiana do Biá (Amazonas), Kokuiregatejê (Maranhão), Makuna (Amazonas), Maopityán (Pará), Muru (Acre), Paiaku (Ceará), Sakiriabar (Rondônia), Turiwara (Pará) e Zoé (Amazonas).

Oremos:

1. Pela continuidade do trabalho de evangelização, para que o evangelho alcance o coração do povo na graça de Cristo.

2. Por novas iniciativas entre os que nada ouviram. Por novos missionários e clara direção para os menos evangelizados.

3. Por portas abertas junto ao grupo, tanto legais quanto comunitárias.

4. Pela relação destes grupos indígenas com outros já evangelizados onde há a Igreja de Cristo. Por testemunhos que transformam vidas.

5. Por perseverança e junção de forças para que todos ouçam, na própria língua e cultura, do Senhor Jesus.

DIA 11 – Oremos pelas Etnias Isoladas

Há, ainda, grupos indígenas com pouquíssimo ou nenhum contato com o mundo externo que são chamados de isolados. São 37 grupos listados nesta categoria, mas podem chegar a 52. São etnias minoritárias que, pela dinâmica de trânsito e habitação em áreas remotas, critérios de evitamento relacional com outros grupos ou conflitos que os levararam a se distanciar, permaneceram isoladas de outros segmentos.

Alguns destes grupos começam a se aproximar de áreas urbanizadas ou de outros grupos indígenas, e a pergunta que deve ser levantada é: sob quais critérios eles deixarão de ser isolados? Se o estado de isolamento os priva de alguns elementos desejáveis, como uma assistência mais ampla na área de saúde, a aproximação sem critérios da urbanização pode ser nociva ou letal ao grupo.

Não há critérios claros do Estado Brasileiro quanto a tais grupos, além de tentar mantê-los em isolamento. Devemos, assim, orar pelos Isolados da Serra do Taboleiro, Isolados da Serra do Taquaral, Isolados do Acre, Isolados do Alto Jutaí, Isolados do Alto Rio Envira, Isolados do Alto Rio Purus, Isolados do Arama e Inauini, Isolados do Bararati, Isolados do Cuminá, Isolados do Curuçá, Isolados do Igarapé Omerê, Isolados do Jatapu, Isolados do Rio Jari, Isolados Uru-Eu-Wau-Wau e Isolados do Xingu como representantes destes grupos ainda isolados em solo brasileiro.

Oremos:

1. Por uma política pública que seja realista e proponha critérios claros e aplicáveis em relação aos grupos que se aproximam de centros urbanizados ou o farão no futuro próximo.

2. Pelas situações de sofrimento, especialmente na área de saúde, além da complexidade de subsistência.

3. Para que, de alguma forma, Jesus Cristo torne-se conhecido entre eles.

4. Entre aqueles que já buscam um relacionamento com o mundo externo, por encontros que sejam seguros e benéficos.

5. Para que o Senhor os abençoe nas necessidades que desconhecemos.

DIA 12 – Oremos pelo Treinamento de Liderança da Igreja indígena

As 99 etnias com igreja evangélica, mas sem liderança própria, representam a extensão do desafio de treinamento em nossos dias. Junta-se a isto o fato de que 67 destas etnias possuem pouco acesso a cursos bíblicos e 54 não possuem nenhum acesso.

A Igreja Indígena vive um momento de crescente interesse na capacitação bíblica e em outras diversas áreas, porém sofre com a ausência de treinamento perante a demanda e necessidade. É necessário observarmos para onde o vento sopra e nos juntarmos a este movimento. Entre os anos de 2006 e 2007 há registro de 1.690 indígenas que participaram de encontros e congressos do CONPLEI ou apoiados pelo CONPLEI. Em 2008 e 2009 este número subiu para 2.350, demonstrando o grande interesse pela comunhão interétnica, treinamento e capacitação.

Há, portanto, necessidade de fortalecer os seminários e cursos já implementados para o treinamento indígena, investir em novas iniciativas como a Capacitação Bíblica Missionária Indígena (CBMI) e encorajar os movimentos de treinamento de própria iniciativa indígena, como o CONPLEI.

Uma das conclusões estratégicas mais claras e urgentes nestes últimos anos é a necessidade de investir de forma intencional e abundante no treinamento dos líderes indígenas evangélicos.

Oremos:

1. Pelos seminários de treinamento de líderes indígenas no Brasil: mais professores e provisão do Senhor para seu desenvolvimento.

2. Pela CBMI e outros programas usados para esta finalidade: provisão do Senhor e recursos humanos para o trabalho.

3. Pelo projeto de educação indígena do CONPLEI em Iranduba, Amazonas: professores, provisão de recursos humanos e financeiros e sabedoria para cada passo.

4. Pelos programas locais de treinamento indígena ligados às iniciativas missionárias e igrejas indígenas locais.

5. Por líderes indígenas crentes, amadurecidos, com conhecimento da Palavra, sabedoria do Alto e coração missionário.

DIA 13 – Oremos pelos Projetos em Andamento e Projetos Especializados

É necessário atenção às atividades missionárias em andamento, especialmente aquelas que estão em fase de consolidação ou conclusão (mais de 10 anos). Pela índole da Igreja Evangélica Brasileira e seu afã por novas iniciativas, não raramente deixamos para trás preciosas sementes que foram lançadas na terra há uma ou mais décadas e que precisam de maior atenção e apoio. Refiro-me, portanto, à presença missionária em 182 etnias, aos 257 programas sociais em atividade, aos projetos de linguística e tradução em 54 línguas, aos três grandes movimentos evangélicos indígenas e aos 16 seminários e cursos com ênfase no treinamento indígena. Há clara necessidade de apoio para a consolidação e continuidade de tais atividades.

Em diversas atividades missionárias há necessidade de apoio técnico especializado, essencial para a qualidade da produção. Podemos citar áreas como a linguística, antropologia, missiologia, pesquisa, desenvolvimento comunitário, ações sociais, medicina, enfermagem, odontologia, consultoria jurídica, transporte, comunicação e logística. Sem um adequado fortalecimento no apoio especializado, as ações missionárias entre os povos indígenas perderão força, qualidade e oportunidade.

Podemos observar instituições e iniciativas em áreas especializadas como Asas do Socorro (apoio logístico, transporte, comunicação e ações sociais), Instituto Antropos (capacitação missionária e ferramentas de capacitação de liderança indígena) e Celebrando a Libertação (combate ao alcoolismo em suas variadas formas). Tais iniciativas, especializadas, multiplicam as ações missionárias e melhoram a qualidade do serviço.

Oremos:

1. Pelas atividades missionárias em andamento, especialmente aquelas que estão em fase de consolidação ou conclusão (mais de 10 anos).

2. Pelos missionários que estão no campo há vários anos, por encorajamento, saúde e perseverança.

3. Pelos projetos especializados de apoio missionário nas áreas de linguística, antropologia, missiologia, pesquisa, desenvolvimento comunitário, ações sociais, consultoria jurídica, transporte, comunicação e logística.

4. Pela Missão Asas de Socorro, para que o Senhor envie mais missionários pilotos, mecânicos, administradores, profissionais de saúde e aqueles que seguram as cordas para que o trabalho avance.

5. Pelos 16 seminários que colaboram com o treinamento indígena no Brasil, por professores, recursos e alunos segundo o coração de Deus.

DIA 14 – Oremos pelas Iniciativas Missionárias das Igrejas Indígenas

Há no Brasil fortes igrejas indígenas que atuam além de suas fronteiras étnicas, como os Baniwa, Hixkariana, Kaiuá, Kuripako, Tikuna, Terena, Xerente e Wai-Wai, dentre outras. Há também igrejas mais localizadas, mas que possuem uma crescente visão e despertamento missionário. Todas elas são, em potencial, a maior força missionária para a evangelização dos pouco ou não evangelizados.

Devemos nos unir em oração para que estas igrejas, junto a outros grupos em que há uma igreja madura estabelecida e com liderança própria, possam desenvolver ações missonárias em seu próprio povo e além dele. Devemos orar por um movimento missionário de natureza indígena, liderado por indígenas, para os povos indígenas e além. Para que o Senhor desperte a Igreja Indígena Brasileira para a missão de ser sal da terra e luz do mundo.

As etnias Baniwa, Hixkariana, Kaiuá, Kuripako, Tikuna, Terena, Xerente e Wai-Wai, entre outras, possuem como perfil a presença de uma igreja evangélica viva e com liderança própria, com as Escrituras em sua própria língua e interesse em espalhá-las. Possuem também os desafios comuns a uma igreja que ainda é relativamente nova, que tenta formar sua própria liderança e consolidar sua identidade. A partir de tais etnias, um mover do Alto pode fazer chegar o Evangelho de Cristo aos que, ainda, nada ouviram, encorajar as igrejas que estão nascendo e colaborar para a consolidação das que buscam a autoctonia.

Oremos:

1. Pela igreja entre os Baniwa, Hixkariana, Kaiuá, Kuripako, Tikuna, Terena, Xerente e Wai-Wai: por um despertamento espiritual e missionário.

2. Pela Igreja Indígena presente em 150 etnias no Brasil: para que o Senhor desenvolva liderança madura, que ame a Palavra e conduza o povo a ações missionárias em seu próprio povo e além dele.

3. Pelas iniciativas da Igreja Indígena que já estão em andamento em direção aos não evangelizados, tanto indígenas quanto ribeirinhos: para que o Senhor abra as portas, dê boa direção e unidade em cada passo.

4. Por bons relacionamentos interétnicos da Igreja Indígena Brasileira com os grupos pouco ou não evangelizados.

5. Por sabedoria, para que a Igreja não indígena possa colaborar com a Igreja indígena nesta santa tarefa de proclamar as boas novas de Cristo entre todos os povos.

DIA 15 – Oremos pelos Tukano e Tukanizados

Os Tukano e tukanizados (grupos influenciados pela língua e cultura tukano) como os Siriano, Tariano, Arapaso, Makuna, Desano, Barasano, Miriti-Tapuya, Tuyuka e Pira-Tapuya, Brasil e Colômbia, totalizam quase 15.000 pessoas.

Estes grupos localizam-se no vale do Uaupés, noroeste da bacia Amazônica e também nos rios Tiquié e Pupuri, afluentes do rio Uaupés no Alto Rio Negro.

Os Tukano são, historicamente, um povo líder e influenciador em sua região. Apesar de, normalmente, se declararem católicos, há bastante sincretismo do catolicismo com a religião tradicional e muito poucos crentes conhecidos entre eles. Experimentam um crescente processo de urbanização e politização.

Oremos por conversões sinceras, liderança bem discipulada e fortes igrejas missionárias. Há 3 iniciativas específicas de trabalho missionário evangélico entre os Tukano no Brasil e devemos rogar ao Senhor para que elas se transformem em fortes e maduras igrejas missionárias.

O povo Tukano que habita a Amazônia brasileira recebeu, recentemente, o Novo Testamento completo em sua língua, motivo de muito louvor a Deus. Devemos orar para que haja sede pela leitura da Palavra e que esta possa falar a muitos corações.

Oremos:

1. Pelos crentes da etnia Tukano, para que fiquem firmes no Senhor Jesus, amem a Palavra e possam influenciar muitos outros dentre o seu povo.

2. Pela evangelização do povo Tukano e demais povos tukanizados no vale do Uaupés e derredores, por conversões sinceras.

3. Por líderes Tukano bem treinados na Palavra, com vida guiada pela Palavra e ardor missionário no coração.

4. Pelos missionários que atuam entre os povos Tukano e tukanizados, por forças renovadas, bons relacionamentos e oportunidade de evangelização.

5. Pelas incipientes igrejas entre os Tukano, para que sejam avivadas no Senhor para amarem a Palavra, buscarem vida santa e serem usadas por Deus na obra missionária.

DIA 16 – Oremos pela Região do Uaupés

Três das grandes áreas indígenas com aglutinação étnica e pouco evangelizadas no Brasil são o parque do Xingu, o vale do Javari e a região do Uaupés.

A região do Uaupés é formada pelo rio Uaupés, seus afluentes e interflúvios no noroeste do Amazonas, região limítrofe com a Colômbia. O Rio Uaupés e seus afluentes abrigam mais de 300 povoados e aldeias onde o evangelho pouco tem sido proclamado.

Nesta região habitam as etnias Arapaso, Bará, Barasana, Desana, Húpdah, Karapanã, Kubeo, Wanano, Makuna, Miriti-tapuya, Pira-tapuya, Siriano, Taiwano, Tariano, Tatuyo, Tukano, Tuyuka, Kotiria, Yuhupdeh e Yuruti, dentre outras.

Dentre os povos da região do Uaupés, os Húpdah e Yuhupdeh são, tradicionalmente, etnias que habitavam o interior da mata e, atualmente, se aproximam dos grandes rios. São cerca de 3.200 pessoas espalhadas em dezenas de aldeias de difícil acesso, falando suas línguas com suas variações dialetais. Fazem parte da mesma família linguística que os Dâw, Nadëb, Nadëb do Rio Negro e, provavelmente, os Kakua e Nukak. Dentre estas, os Dâw e Nadëb foram evangelizados, havendo boas igrejas entre eles, porém o restante continua sem presença conhecida de convertidos ao evangelho de Cristo.

Estes grupos na região do Uaupés recebem influência católica há várias décadas, mas permanecem mais influenciados pela religião tradicional, tendo o pajé e seus benzimentos como centro de sua religiosidade.

Oremos:

1. Pelos povos da região do Uaupés, por acesso ao evangelho e conversões sinceras.

2. Para que Deus os liberte da dependência do caxiri (bebida feita com a fermentação de certo beiju feito da mandioca) e da cachaça (que bebem quando vão à cidade).

3. Para que Deus os liberte desse medo e temor dos espíritos e conheçam a pessoa do Senhor Jesus Cristo.

4. Pelas iniciativas missionárias na região, que possam ter oportunidades para comunicar o evangelho de Cristo.

5. Pelos missionários, por bom ânimo na caminhada, perseverança no trabalho, saúde, provisão e bons relacionamentos com os indígenas.

DIA 17 – Oremos pelo Vale do Javari

O vale do Javari é localizado no sudoeste do estado do Amazonas e faz divisa com o Peru, abrangendo áreas banhadas pelos rios Javari, Jutaí, Jandiatuba, Curucá, Ituí, Itacoaí e Quixito. Sua extensão territorial ultrapassa 8 milhões de hectares e é uma área demarcada pelo governo brasileiro. Esta região abriga, possivelmente, o maior número de índios isolados do mundo.

Abrange terras dos municípios de Atalaia do Norte, Benjamim Constant, São Paulo de Olivença e Jutaí. Diversas etnias habitam o vale do Javari: Kanamari, Kulina Pano, Kulina Arawa, Marubo, Matis, Matsés (Mayoruna), Korubo e Tsohom Djapá, além dos isolados.

Nos últimos anos, tem sido constante o pedido de socorro médico por parte das etnias do Javari que denunciam as crises de saúde pública na região.

Há poucos crentes conhecidos entre as etnias do vale do Javari e as iniciativas missionárias enfrentam diversas barreiras. Devemos orar para que o Senhor abra portas até hoje desconhecidas e fortaleça os missionários que atuam nesta região.

Oremos:

1. Pelos povos do vale do Javari, por acesso ao evangelho e conversões sinceras.

2. Pelas igrejas nos municípios e povoados nos derredores do vale, que sejam usadas por Deus na relação com os indígenas quando visitam as cidades.

3. Por portas que se abram e oportunidades para a evangelização.

4. Pelas iniciativas missionárias na região, que possam ter oportunidades para comunicar o evangelho de Cristo.

5. Pelos missionários, por bom ânimo na caminhada, perseverança no trabalho, saúde, provisão de recursos humanos e financeiros e bons relacionamentos com os indígenas.

DIA 18 – Oremos pelo Parque do Xingu

A área cultural denominada de alto Xingu forma o Parque Indígena do Xingu, localizado no Mato Grosso. É formado por 16 etnias e mais de 6.000 indígenas.

Nas regiões sul, médio, baixo e leste Xingu habitam as seguintes etnias: Aweti, Ikpeng, Kaiabi, Kalapalo, Kamaiurá, Kisêdjê, Kuikuro, Matipu, Mehinako, Nahukuá, Naruvotu, Tapayuna, Trumai, Wauja e Yawalapiti, Yudjá. São grupos distintos que se relacionam e partilham o mesmo território apesar de manterem suas distinções linguísticas e socioculturais.

Esta é uma das áreas indígenas menos evangelizadas no Brasil e restrita à presença missionária. Devemos orar para que o Senhor direcione a Igreja Indígena e iniciativas missionárias no relacionamento com os indígenas do Xingu.

Oremos:

1. Para que novas portas sejam abertas no parque do Xingu.

2. Para que o evangelho transforme os relacionamentos interpessoais entre os povos do Xingu.

3. Pelas iniciativas missionárias, para que sejam usadas pelo Senhor, tanto na evangelização quanto nas ações sociais.

4. Por perseverança para as ações missionárias entre os grupos do Xingu: boa saúde, forças novas, provisão e ânimo no Senhor.

5. Pelos sofrimentos humanos e sociais entre os povos do Xingu, que o Senhor os abençoe nas necessidades de saúde, relação entre os grupos e subsistência.

DIA 19 – Oremos pelos Yanomami

Os chamados Yanomami representam um conjunto étnico que habita o Brasil e Venezuela, com população superior a 27 mil pessoas. Falam 4 diferentes línguas e se distinguem, linguística e culturalmente, de qualquer outro grupo indígena na América do Sul. Somente no Brasil se espalham em 228 distintas aldeias.

Podemos dividi-los a partir das línguas faladas, como os Sanumá (tradicionalmente habitantes da parte oriental de Roraima), Yanomami (ou Xamatari), os Ninam (habitantes do Rio Mucajaí) e os Ajarani (encontrados no afluente do rio Branco).

Estes grupos são seminômades, vivem da caça, pesca e agricultura de subsistência, bem como da coleta de frutas na mata.

Pela distinção linguística e cultural, os Yanomami tendem a viver mais isolados dos demais grupos indígenas de sua região e manter pouco relacionamento intercultural com outras etnias. Produzem lindos artesanatos e são conhecedores da floresta por transitarem em seu interior mais remoto.

Há alguns anos, alguns Yanomami passaram a se converter ao Senhor Jesus, depois de décadas de trabalho com poucos resultados visíveis. Hoje, há interesse na Palavra em diversas aldeias e uma valorização do evangelho. Algo novo está acontecendo.

Os desafios, porém, são grandes em relação ao acesso, permanência e comunicação missionária.

Oremos:

1. Por conversões sinceras e amadurecimento da Palavra entre os Yanomami. Para que os convertidos possam evangelizar e discipular outros.

2. Para que o evangelho transforme os relacionamentos interpessoais entre os povos Yanomami minimizando os conflitos.

3. Pelas iniciativas missionárias entre os Yanomami, para que sejam usadas pelo Senhor, tanto na evangelização quanto nas ações sociais.

4. Por perseverança para os missionários entre os Yanomami: forças novas e bom ânimo. Pelos Yanomami crentes, para que perseverem no Senhor e possam evangelizar seu próprio povo.

5. Pelos sofrimentos humanos e sociais entre os Yanomami, que o Senhor os abençoe nas necessidades de saúde, relação interpessoal e entre grupos e subsistência.

DIA 20 – Oremos pelos Pouco ou Não Evangelizados – Aipim aos Húpdah

Oremos pelas 121 etnias indígenas pouco ou não evangelizadas nestes próximos dias, colocando perante o Pai seus nomes e rogando que venham ouvir plenamente o evangelho de Jesus Cristo, bem como tenham a provisão que necessitam para toda e qualquer carência social.

Lembremos de interceder pela relação dos povos indígenas com os não indígenas. Muitos vivem em território partilhado, onde há processos exploratórios no comércio e no trabalho. Oremos por relações sociais justas e não discriminatórias.

Oremos:

1. Pelos Aipim no Pará (população incerta) e Akuriô no Pará (138 pessoas).

2. Pelos Amanayé no Pará (210 pessoas) e Anambe no Pará (1680 pessoas).

3. Pelos Animpokoimo no Amapá, Pará e Roraima (população incerta), Apiaká no Mato Grosso, Pará e Amazonas (745 pessoas) e Aranã em Minas Gerais (363 pessoas).

4. Pelos Arapaso no Amazonas (526 pessoas), Arapiuns no Pará (população incerta) e Aweti no Mato Grosso (171 pessoas).

5. Pelos Baenã na Bahia (população incerta), Barawana no Amazonas (população incerta), Ewarhuyana no Pará (12 pessoas) e Hupdah no Amazonas (2.200 pessoas).

DIA 21 – Oremos pelos Pouco ou Não Evangelizados – Isolados do Taboleiro aos Isolados do Xinane

Continuamos a orar pelas 121 etnias indígenas pouco ou não evangelizadas em nosso país. Há cerca de 180 línguas indígenas vivas no Brasil, sendo que 132 etnias falam o Português (monolíngues, bilíngues ou trilíngues com o Português).

Oremos para que a Palavra chegue a cada coração na língua que lhe seja mais propícia, que conduza de forma facilitadora a mensagem de salvação em Cristo Jesus.

Intercedamos também para que missionários tenham facilidade no aprendizado das línguas indígenas e na compreensão de cada expressão cultural.

Oremos:

1. Pelos Isolados da Serra do Taboleiro em Santa Catarina (população incerta) e Isolados da Serra do Taquaral em Rondônia (50 pessoas).

2. Pelos Isolados do Acre (população incerta) e Isolados do Alto Jutaí no Amazonas (200 pessoas).

3. Pelos Isolados do Alto Rio Envira no Amazonas (população incerta), Isolados do Alto Rio Purus no Amazonas (população incerta) e os Isolados do Arama e Inauini no Amazonas (população incerta).

4. Pelos Isolados do Bararati no Amazonas (população incerta), Isolados do Cuminá no Pará (população incerta) e Isolados do Curuçá no Amazonas (50 pessoas).

5. Pelos Isolados do Igarapé Omerê em Rondônia (6 pessoas), Isolados do Igarapé Tabocal (população incerta) e Isolados do Igarapé Xinane (população incerta).

DIA 22 – Oremos pelos Pouco ou Não Evangelizados – Isolados do Tabocal aos Isolados do Tapirapé

Cada etnia pouco ou não evangelizada representa um desafio único. Os grupos menos evangelizados são, comumente, os que apresentam maiores barreiras, sejam geográficas, de acesso, linguísticas, culturais ou políticas.

Devemos orar para que o Senhor dê direção e criatividade a cada iniciativa missionária que intente proclamar as boas novas para estes grupos.

Também por cuidado cultural ao fazê-lo, para que contribuamos para que eles conheçam o evangelho e sejam assistidos socialmente dentro de sua própria cultura, sem imposições ou desrespeito.

Oremos:

1. Pelos Isolados do Igarapé Tabocal no Acre (população incerta) e Isolados do Igarapé Xinane no Acre (população incerta).

2. Pelos Isolados do Jacareúba no Amazonas (50 pessoas) e Isolados do Jandiatuba no Amazonas (300 pessoas).

3. Pelos Isolados do Jatapu no Amazonas, Pará e Roraima (50 pesssoas), Isolados do Madeirinha no Mato Grosso (população incerta) e Isolados do Mamoriazinho no Amazonas (população incerta).

4. Pelos Isolados do Mapuera no Pará (população incerta), Isolados do Parauari no Amazonas e Pará (população incerta) e Isolados do Rio Candeias em Rondônia (população incerta).

5. Pelos Isolados do Rio Jari no Pará (população incerta), Isolados do Rio Liberdade no Mato Grosso e Pará (população incerta) e Isolados do Rio Tapirapé no Pará (população incerta).

DIA 23 – Oremos pelos Pouco ou Não Evangelizados – Isolados do Teles Pires aos Karuazu

Um dos maiores desafios missionários na evangelização dos grupos pouco ou não evangelizados é a perseverança. Em geral, um trabalho em um grupo novo não é realizado em menos de 20 anos e, muitas vezes, bem mais que isto, até mesmo várias gerações. Isto envolve perseverança mesmo em épocas em que nada novo parece acontecer, confiança de que o Senhor está no comando e realizando Sua obra mesmo quando não conseguimos enxergá-la.

Oremos para que os missionários se encoragem mutuamente e sejam encorajados pela Igreja brasileira. Que a Igreja indígena seja também encorajada a prosseguir e que Jesus seja em tudo glorificado.

Oremos:

1. Pelos Isolados do Teles Pires no Mato Grosso (população incerta) e os Isolados do Uru-Eu-Wau-Wau em Rondônia (população incerta).

2. Pelos Issé no Amazonas (população incerta) e os Itogapuk no Mato Grosso e Rondônia (100 pessoas).

3. Pelos Jibóia no Amazonas (população incerta), Jiripancó em Alagoas e Pernambuco (2.050 pessoas) e Kaixana no Amazonas (505 pessoas).

4. Pelos Kalabaça no Ceará (229 pessoas), Kamba no Mato Grosso do Sul (2.100 pessoas) e Kantaruré na Bahia (493 pessoas).

5. Pelos Karapotó em Alagoas (2.189 pessoas), Kariri na Bahia, Ceará e Pernambuco (1.612 pessoas) e Karuazu em Alagoas e Pernambuco (1.065 pessoas).

DIA 24 – Oremos pelos Pouco ou Não Evangelizados – Katiana aos Maitapú

O Departamento de Assuntos Indígenas da Associação de Missões Transculturais Brasileiras (DAI-AMTB) colabora com as agências e iniciativas missionárias evangélicas entre os indígenas, trabalhando em parceria com o Conselho Nacional de Pastores e Líderes Evangélicos Indígenas (CONPLEI) e outras associações.

Devemos orar para que o Senhor fortaleça o DAI-AMTB, dando direção clara em cada projeto de pesquisa, comunhão entre as agências e mobilização da Igreja brasileira. Que através do seu site (www.indigena.org.br) e todo o material produzido muitos novos missionários se levantem para as mais diversas áreas e agências em nosso país.

Oremos para que o Senhor continue dando boa comunhão e trabalho conjunto entre as agências missionárias e denominações evangélicas que atuam entre os indígenas em nosso país.

Continuemos intercedendo pelos 121 pouco ou não evangelizados no Brasil.

Oremos:

1. Pelos Katiana no Amazonas (população incerta) e Katukina do Rio Biá no Amazonas (450 pessoas).

2. Pelos Kaxixó em Minas Gerais (304 pessoas) e Kayura no Pará (população incerta).

3. Pelos Kokuiregatejê no Maranhão (população incerta), Kokuryana no Pará (população incerta) e Kontakiro no Amazonas (população incerta).

4. Pelos Kontanawa no Acre (250 pessoas), Kraptê no Pará (população incerta) e Krejê no Maranhão (30 pessoas).

5. Pelos Kueretu no Amazonas (população incerta), Kujubim em Rondônia (55 pessoas) e Maitapú no Pará (população incerta).

DIA 25 – Oremos pelos Pouco ou Não Evangelizados – Makuna aos Nereyó

Devemos interceder pelos centros de treinamento missionário em nosso país, bem como pelas igrejas enviadoras, para que o Senhor possa prover aos novos missionários uma boa educação teológica, missiológica, linguística e antropológica.

Intercedamos para que os períodos de treinamento e envio sejam especiais na vida de cada missionário, para que caminhe na vida com Deus e busque o caráter de Cristo.

Oremos também por cada processo de encontro de culturas entre missionários e indígenas que há de acontecer nos próximos anos, para que o Senhor dirija os momentos, os passos e que tudo contribua para bons e saudáveis relacionamentos, para o testemunho de Cristo.

Oremos:

1. Pelos Makuna no Amazonas (696 pessoas) e os Mandawaka no Amazonas (24 pessoas).

2. Pelos Maopityán no Pará (população incerta) e Matipu no Mato Grosso (119 pessoas).

3. Pelos Miarrã no Mato Grosso (população incerta), Mihua no Maranhão (população incerta) e Miriti no Amazonas (120 pessoas).

4. Pelos Morerebi no Amazonas (100 pessoas), Muru no Acre (população incerta), Mynky no Mato Grosso (356 pessoas) e Nadëb do Rio Negro no Amazonas (275 pessoas).

5. Pelos Natu em Sergipe (população incerta), Naua no Acre (422 pessoas) e Nereyó no Pará (população incerta).

DIA 26 – Oremos pelos Pouco ou Não Evangelizados – Nokiari aos Paumelenho

As etnias indígenas brasileiras relacionam-se cada vez mais com um amplo leque de segmentos sociais e organizacionais da cultura envolvente, como os representantes da FUNAI, agentes de ONGs, comerciantes, linguistas, antropólogos, religiosos e assim por diante. É necessário orarmos para que os povos indígenas do Brasil possam desenvolver bons mecanismos de relacionamento, a fim de obterem aquilo que desejam e não se perderem em sua identidade como grupo.

Também as políticas públicas brasileiras, especialmente as de índole assistencialista, muitas vezes funcionam como mecanismos de atração do indígena para fora do seu território tradicional e aproximação às pequenas e grandes cidades onde receberá auxílio mensal, assistência de saúde e educação, entre outras coisas.

Quando as relações entre indígenas e outros segmentos externos se manifestam de forma desequilibrada produzem, frequentemente, perdas humanas e sociais duradouras no grupo. Devemos orar para que o Senhor preserve os povos indígenas do Brasil dos contatos e relações nocivas e exploratórias.

Oremos:

1. Pelos Nokiari no Amazonas (população incerta) e Nukini no Acre (697 pessoas).

2. Pelos Numbiai no Mato Grosso (população incerta) e Paiaku no Ceará (220 pessoas).

3. Pelos Paiaku no Ceará (220 pessoas), Paikdai no Amazonas (população incerta) e Panará no Mato Grosso e Pará (400 pessoas).

4. Pelos Pankará em Pernambuco (2.702 pessoas), Pankaru na Bahia (179 pessoas) e Pantamona em Roraima (5.608 pessoas).

5. Pelos Papavô no Acre (200 pessoas), Paranawat em Rondônia (100 pessoas) e Paumelenho em Roraima (população incerta).

DIA 27 – Oremos pelos Pouco ou Não Evangelizados – Pipipã aos Turiwara

Oremos pelo governo brasileiro, pela FUNAI, Forças Armadas, Polícia Federal e IBAMA. Por relacionamentos positivos, boa comunicação e entendimento com os povos indígenas do Brasil.

Oremos por cada iniciativa do governo brasileiro junto aos povos indígenas, para que as propostas que sejam positivas para o país e para os indígenas possam ser encaminhadas e implementadas.

Oremos por sabedoria dos governantes nas decisões, sobretudo aquelas que regulam os territórios indígenas e as relações entre indígenas e não indígenas.

Oremos:

1. Pelos Pipipã em Pernambuco (1.640 pessoas) e Puti no Amazonas (população incerta).

2. Pelos Sakiriabar em Rondônia (103 pessoas), Salumá no Pará (300 pessoas) e Suruwahá no Amazonas (200 pessoas).

3. Pelos Tapayuna no Mato Grosso (63 pessoas), Tingui-Botó em Alagoas (350 pessoas) e Tovajara no Maranhão (população incerta).

4. Pelos Truká na Bahia e Pernambuco (4.169 pessoas), Trumai no Mato Grosso (198 pessoas e Tukumanfed em Rondônia (população incerta).

5. Pelos Tumbalalá na Bahia (1.469 pessoas), Tupinambá na Bahia e Pará (4.741 pessoas) e Turiwara no Pará (60 pessoas).

DIA 28 – Oremos pelos Pouco ou Não Evangelizados – Uraparaquara aos Xambioá

Devemos louvar a Deus por Sua presença e boa mão à frente de cada passo missionário em solo brasileiro. Louvar ao Senhor pela Sua bondade, por despertar cada igreja enviadora, abençoar cada centro de formação missionária, sustentar cada missionário, fazer nascerem novas igrejas indígenas e lideranças indígenas nacionais. Deus é bom.

Devemos louvar ao Senhor pelos veteranos e pioneiros que vieram antes de nós, muitos de outros países. Oremos pelos que continuam empenhados na luta e por aqueles novos que chegam, ou ainda chegarão.

Devemos louvar ao Senhor por cada indígena que ouviu falar de Jesus e por todos aqueles que ouvirão em breve.

Devemos louvar ao Senhor por Sua graça que é melhor que a vida e pela oportunidade que temos, como Igreja, de sermos úteis em Suas mãos no partilhar do evangelho de Cristo entre os indígenas do nosso país.

Oremos:

1. Pelos Uraparaquara (população incerta) e Uru-Pa-In (200 pessoas), ambos em Rondônia.

2. Pelos Waharibo no Amazonas (população incerta) e Waimiri-Atroari no Amazonas e Roraima (1.120 pessoas).

3. Pelos Wakoná em Alagoas (900 pessoas) e Warikyana no Pará (população incerta).

4. Pelos Wassu em Alagoas (2.061 pessoas) e Wokarangma no Pará (31 pessoas).

5. Pelos Woreyana no Pará (população incerta) e Xambioá no Pará e Tocantins (250 pessoas).

DIA 29 – Oremos pelos Pouco ou Não Evangelizados – Xetá aos Zo’é

Ainda oramos pelas 121 etnias pouco ou não evangelizadas. Há em nosso país claros casos de discriminação das ações missionárias evangélicas. Um deles se ambienta entre a etnia indígena Zo’é onde uma missão evangélica foi tolhida de sua permanência, mesmo que em detrimento do desejo do grupo indígena e das competentes ações no estudo da língua e da cultura. O outro caso se dá entre os Suruwahá onde, a despeito do relevante trabalho missionário e desejo do grupo, há restrições de sua presença em meio ao povo.

Tais situações tornam-se mais e mais frequentes no movimento evangélico missionário entre indígenas e devemos orar por portas abertas e um tratamento justo por parte do Estado brasileiro, bem como de outras Organizações Não Governamentais.

Sabemos, porém, que a fé cristã, ao longo dos séculos, se expande entre barreiras e obstáculos. Devemos orar para que o Senhor mantenha abertas as portas para o trabalho que já caminha entre os indígenas, abra portas novas e fortaleça os missionários que vivem sob perseguição. Por um bom relacionamento dos agentes missionários com o Estado e as ONGs em cada região.

Devemos interceder por liberdade e portas abertas entre todos os povos, mas façamos hoje, de forma especial, pelos povos Suruwahá e Zo’é.

Oremos:

1. Pelos Xetá no Paraná, Santa Catarina e São Paulo (86 pessoas) e Xocó em Alagoas e Sergipe (380 pessoas).

2. Pelos Xukuru-Kariri em Alagoas, Bahia e Minas Gerais (2.950 pessoas) e Yabaana no Amazonas (90 pessoas).

3. Pelos Yakarawakta no Mato Grosso (30 pessoas) e etnias Yanomami (Sanumá, Xamatari, Ninam e Ajarani) no Amazonas e Roraima (16.000 pessoas)

4. Pelos Yaruma no Mato Grosso (população incerta), Yuhupdeh no Amazonas (1000 pessoas) e Yawalapiti no Mato Grosso (233 pessoas).

5. Pelos Yurupari-Tapuia no Amazonas (população incerta) e Zo’é no Pará (421 pessoas).

DIA 30 – Oremos pela Tarefa Inacabada

Oremos pela tarefa ainda inacabada. Só o Senhor de fato a conhece, sua dimensão e todas as suas implicações. Oremos para que Ele mesmo desperte em nós o desejo de obediência.

Oremos para que o Senhor levante, nestes próximos anos, 500 novos missionários em nosso meio para o trabalho indígena no Brasil.

Oremos para que o Senhor desperte a Igreja Indígena para sua vocação missionária em nosso país e além dele.

Oremos para que o Senhor abra os olhos do nosso coração para vermos o caminho certo a tomar, em cada passo.

Oremos para que a história das missões evangélicas entre os povos indígenas do Brasil seja marcada pela ação do Espírito Santo de Deus guiando cada iniciativa, dando o melhor rumo, atraindo para as áreas de maior necessidade, gerando ânimo sempre renovado, suprindo o necessitado e convertendo corações.

Oremos:

1. Para que o nome de Jesus seja glorificado nas ações entre os indígenas no Brasil. Pela conclusão da tarefa ainda inacabada.

2. Por obediência, fidelidade, perseverança e contentamento para a força missionária atuante entre os povos indígenas.

3. Por suprimento do Alto para cada ação, seja evangelizadora ou social.

4. Para que a Igreja Indígena torne-se mais e mais missionária, amadurecida na Palavra e com a visão do Reino que vai além de suas fronteiras.

5. Para que a Igreja brasileira e a Igreja Indígena se abençoem mutuamente, tenham santa comunhão e mútuo respeito na diversidade sociocultural e linguística.

Reunião de Planejamento 2011 [14/01]

Olá amigos,

Quero convidar todos os Universitários para uma reunião de Planejamento da Aliança Universitária para Missões, nesta sexta.

ALUMI é uma organização dentro de um grande movimento gerado por Deus para promoção da visão missionária entre estudantes Universitários, administrada por estudantes universitários que, a despeito de sua vocação missionária, sentem-se vocacionados para, enquanto estudantes, manterem e ampliarem o movimento, alcançando cada vez mais estudantes cristãos com a visão missionária. O site da ALUMI é: www.alumi.org.br

Pretendemos nesta reunião:

– eleger uma liderança e dividir funções;

– apresentar uma proposta de trabalho para os programas em 2011;

-apresentar uma proposta de trabalho para o desenvolvimento do site da ALUMI;

Caso você, por algum motivo, não possa ir à reunião, mas queira participar, fale conosco através deste email: aefe@imagemesemelhanca.com . Mesmo que você não seja de São Paulo, precisaremos de uma grande mão de obra para alimentarmos o site da ALUMI. Assim, se vc é Designer, publicitário, jornalista, ou sabe inglês, ou mesmo, é um rato de redes sociais, você pode ser muito útil pra a promoção da visão missionária entre estudantes Universitários.

Ps.Fique atento, é possível que façamos outras reuniões ainda neste mês. Todas as programação serão divulgadas pelo site: www.alumi.org.br

A reunião será nesta sexta (14/01/2010), às 19h30,

Na Casa Amarela: Rua Aureliano Coutinho, 196 (prox ao Metrô Santa Cecília e ao Higienópolis).

6o Congresso Brasileiro de Missões

link: http://www.congressobrasileirodemissoes.com/

” A MISSÃO TRANSFORMADORA DIANTE DA REALIDADE MUNDIAL


CALDAS NOVAS / GOIÁS / THERMAS DIROMA HOTEL

10 A 14 DE OUTUBRO DE 2011



O 6o. CBM será em Caldas Novas-GO, de 10 a 14 de outubro de 2011. Nos reuniremos no Centro de Convenções do Hotel Thermas diRoma. Lançamos o congresso em outubro de 2010, com um ano de antecedência, pois, acreditamos que um evento desse porte necessita de muita oração e boa divulgação.
O 6o. CBM pertence a um contexto maior de despertamento missionário, retratado nesse link. Porém, o seu contexto histórico próximo, nos levou a considerar como poderemos ser relevantes à luz dos grandes desafios atuais. E assim, após oração, reflexão e muito diálogo, nos pareceu bem definir que o tema do congresso fosse: A Missão Transformadora para a Realidade Mundial.

Na sequência poderá entender melhor, verificando o programa, os temas, os sub-temas, os preletores e outros detalhes. Veja também a janela programa. Resumindo, o formato do congresso, o qual abordará o tema citado, ocorrerá nesses termos nas manhãs:

Períodos de fundamentação bíblica:

Deus e a sua criação, Norval Oliveira.

A singularidade de Cristo no centro da missão – Robinson Cavalcante.

A ação do Espírito Santo na tarefa missionária – Décio Carvalho.

A autoridade das Escrituras na evangelização mundial – Augustus Nicodemus.

Períodos de desenvolvimento do tema:

A missão integral e as demandas sociais – Maurício Cunha.

A missão diante dos impactos do meio-ambiente – A definir

As pressões sócio-culturais na obra missionária – Bill Taylor.

O Evangelho: princípios, práticas e contextualização – Ronaldo Lidório.

Períodos onde três pessoas mostrarão como poderemos ser práticos no nosso envolvimento missionário:

Projetos de ação social nas favelas dos grandes centros – Edméia Williams.

Inclusão social e a evangelização – Jeannette Lukasse.

As redes de ação social em busca dos direitos humanos – Débora Fahur.

A implicação do mandato cultural para a missão da Igreja – Tim Carriker.

A contribuição do Evangelho na preservação da natureza – João Tinôco.

As catásfrofes e a reaçao cristã – André Aureliano.

Como tornar o Evangelho relevante num mundo secularizado – Paulo Moreira.

A ação missionária e os sistemas totalitários – Zazá.

Resgatar a simplicidade do Evangelho diante do sistema capitalista – Carlos Queiróz.

Nas tardes, haverá mini-cursos, seminários e trilhas históricas (um convertido falará de como o Evangelho tornou-se conhecido naquele cultura, através da ação missionária). As noites são historicamente de despertamento missionário, tendo testemunhos missionários também. Esperamos receber os seguintes pregadores: Valdir Steuernagel, Hernandes D. Lopes, Henrique Terena e Aurivan Marinho. No total teremos por volta de 60 palestras/seminários/testemunhos, levando em consideração também as trinta e seis atividades durante as tardes.

Na verdade, estamos a caminho de um grande e abençoado congresso missionário, o qual conta com o apoio de vários movimentos de oração, como da REMAG, DESPERTA DÉBORA E CONSELHO MUNDIAL DE ORAÇÃO.

Foram realizadas cinco edições do CBM. O Senhor Deus tem nos dado graça e os congressos têm sido bênçãos na vida de todos os participantes. A natureza dos CBMs é reflexiva e prática.

Esperamos que possamos tê-lo conosco. O congresso ocorre a cada três ou quatro anos, não perca a oportunidade de 2011.


Pr Silas Tostes

6o. CBM

Coordenador


P.S. Os desafios atuais que nos levaram a pensar na relevância do 6o. CBM são: aumento da globalização; do impacto da crise financeira global; do clash de visões de mundo (secularismo/islamismo…); da perseguição religiosa; do laicismo; da “espiritualidade”; da influência pós-moderna; da desigualdade entre pobres e ricos; da escassez dos recursos naturais; do aumento dos fluxos migratórios; dos casos de AIDS (HIV), do número de crianças em risco, dos povos não evangelizados, entre outras causas.”