Arquivo da categoria: Outros ministérios

Projeto Biblioteca do Pastor, editora Fiel

Acesse: http://www.editorafiel.com.br/bibliotecapastor.php

“O projeto Biblioteca do Pastor é um ministério que visa auxiliar pastores e líderes de igrejas nos países de língua portuguesa.

Fazemos isso, enviando ao pastor ou seminarista participante do projeto, um livro (ou mais) por mês. Os livros são selecionados pela Editora Fiel. O projecto também possibilita sua participação na conferência local da Editora Fiel.

Atualmente, o projeto está abençoando pastores do Brasil, Portugal, Moçambique, Angola, Cabo Verde, Timor Leste e Guiné-Bissau.

Adote um pastor! Participe do seu ministerio através de literatura. Clique aqui e acesse o formulário para adotar um Pastor.

Os meios para o sustento do pastor beneficiado pelo projeto são obtidos através de ofertas específicas enviadas por indivíduos ou igrejas que desejam “adotar” um pastor, e que assumem o compromisso de enviar as ofertas por um período determinado – de 1 a 3 anos, podendo ser renovado.

Você e sua igreja também podem adotar um pastor em um destes países! Atualmente temos muitos candidatos na lista de espera para serem “adotados”.

Clique aqui e acesse o formulário para cadastro no Biblioteca do Pastor.

Deseja mais informações? Entre em contato conosco:

Kevin e Edinéia Millard
Coordenadores do Projeto Biblioteca do Pastor
pastors@editorafiel.com.br
(12) 3919-9999 (Ramal 805)”

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Underground

Nossa missão é engajar e formar voluntários em favor da Igreja Perseguida, entre jovens cristãos brasileiros de 18 a 30 anos, por meio de redes de acesso.

Mas o que isso significa na prática?

A partir do mês de janeiro de 2011, o ministério underground passou a trabalhar exclusivamente com o voluntariado. Com jovens que, depois de mobilizados, decidiram agir de forma mais efetiva em prol da Igreja Perseguida; doando seu tempo e talento.

O que mais mudou?

As três principais mudanças foram:

1 – O fanzine é bimestral.

2 – O fanzine é enviado somente para os voluntários do underground.

3 – A membresia foi extinta. Há somente o voluntário underground.

O que não mudou?

Os eventos como acampamento underground e shockwave não sofreram alterações. Eles continuarão abertos para todos aqueles que desejarem participar. Eles serão divulgados através das mídias sociais e revista Portas Abertas.

Conheça mais em: http://www.underground.org.br/

Portas Abertas

Portas Abertas é um ministério com características próprias dirigido à Igreja Perseguida, o único com mais de trezentas organizações associadas no mundo todo desenvolvendo projetos significativos nas linhas de frente em cerca de 50 nações.

Desde 1955, Portas Abertas realiza programas completos e de grande influência em muitos dos países onde os cristãos sofrem por sua fé em Jesus Cristo.

Conheça mais em: http://www.portasabertas.org.br

Domingo da igreja perseguida

O Domingo da Igreja Perseguida, conhecido como DIP, é um dia em que as igrejas separam seus cultos, ou parte deles, para falar da causa dos cristãos perseguidos. É uma mobilização em massa das igrejas brasileiras e também de outros países, que promovem o evento para que os membros de sua comunidade saibam mais sobre a realidade da perseguição, orem e se engajem, não só neste dia, mas na causa da Igreja Perseguida.

O DIP é patrocinado pela Portas Abertas e os organizadores são voluntários. O evento dá a oportunidade para que os cristãos brasileiros conheçam e vivenciem a realidade de milhares de irmãos. Este dia, entretanto, não é apenas mais um evento para sua igreja. É uma oportunidade para divulgar e relatar os testemunhos e experiências de pessoas que nos ensinam a cada dia como ser um cristão perseverante e cheio de fé.

A data varia de ano para ano, pois é marcada para o domingo seguinte ao de Pentecostes. Esse critério foi adotado porque no relato bíblico de Atos 4, o início da perseguição aos cristãos acontece logo após a descida do Espírito Santo, com a prisão de Pedro e João. Simbolicamente, pode-se dizer que essa foi a “fundação” da Igreja Perseguida.

Divulgue, ore, participe!

Conheça mais em: http://www.domingodaigrejaperseguida.org.br/

Visão 2025 | O último grande surto de novas traduções da Bíblia

link: http://www.missaoalem.org.br/visao2025/

O plano é arrojado demais, difícil demais, dispendioso demais, urgente demais, bonito demais e acertado demais. Puxa! Que plano é esse? É o plano de pelo menos iniciar um programa para a tradução da Bíblia em todas as línguas que ainda não a possuem  até o ano 2025.

Elaborado pelos mais competentes lingüistas, antropólogos e missiólogos comprometidos com a ordem de evangelizar o mundo todo, o plano foi lançado em novembro de 2001 pela organização Tradutores da Bíblia Wycliffe Internacional (WBTI, em inglês).
O projeto conta com a adesão de várias organizações missionárias ao redor do mundo que já trabalham com a tradução da Bíblia para línguas nativas, inclusive com a brasileiríssima ALEM (Associação Lingüística Evangélica Missionária), com sede em Brasília. E espera obter o apoio de todas as denominações evangélicas de todos os continentes. Será um esforço realmente global. Além de recursos financeiros, o projeto dependerá de uma grande quantidade de novos missionários lingüistas.

Cartago e Alexandria
O missiólogo Wenceslao Calvo, da PROEL (Promotora Espanhola de Lingüística), tem um argumento muito forte a favor da intensificação do ministério de traduzir a Bíblia. É de ordem histórica. Lembra que, do segundo ao quinto século, a presença cristã no Norte da África era notável. Dali surgiram homens como Tertuliano, Cipriano, Agostinho, Orígenes, Atanásio e Cirilo. Em  Alexandria havia uma das maiores escolas teológicas dos primeiros séculos. A partir das invasões árabes, porém, a Igreja foi se enfraquecendo até quase morrer por completo. Hoje, todos os países acima do Saara, do oceano Atlântico ao mar Vermelho, exceto o Egito, são 100% muçulmanos. O que se encontra ali são nada mais do que vestígios do cristianismo. Embora o islamismo seja muito forte também no Egito, a situação desse país é bem menos sombria. A razão é que a Igreja da antiga Cartago, na atual Tunísia, era de opinião que os convertidos tinham a obrigação de aprender o grego e o latim para se tornarem cristãos.
Enquanto isso, a Igreja da antiga cidade de Alexandria, no Egito, providenciou a tradução das Escrituras na língua copta, logo no final do segundo século. Na região onde hoje se encontram Marrocos, Argélia, Tunísia e Líbia, sob a influência de Cartago, os cristãos não tinham a Bíblia em sua própria língua, o que não aconteceu no Egito, sob a influência de Alexandria. Além de dificultar em muito a evangelização, a ausência das Escrituras nas línguas nativas facilita a superficialidade religiosa e a penetração do paganismo e de seitas. Outro malefício é que os cristãos são impelidos a buscar símbolos religiosos em demasia (quadros e imagens), o que facilmente deteriora a fé original.

Processo histórico
A Visão 2025, nome oficial do atual esforço em favor da tradução da Bíblia para 3.000 línguas desprovidas da Palavra de Deus, não é um fato isolado. As duas mais notáveis e antigas traduções da Bíblia são as chamadas “Sep-tuaginta” e “Vulgata”. A primeira, para o grego,  teria sido feita por 70 estudiosos judeus em Alexandria, a pedido do rei Ptolomeu, do Egito. Os cinco primeiros livros da Bíblia foram colocados em circulação em 250 a.C. Talvez tenha sido a mais demorada versão bíblica, pois o trabalho só terminou ao longo dos 200 anos seguintes. A segunda, para o latim, foi feita por Jerônimo (347-420), a pedido do papa Dâmaso, e veio a lume em 404 d.C. Tornou-se a Bíblia oficial da Igreja católica a partir do Concílio de Trento (1545-1563).
Entre a Bíblia Latina de Jerônimo (347-420) e a Bíblia Inglesa de João Wycliffe (1330-1384) passaram-se dez séculos. Foi nessa ocasião que surgiu um novo surto de traduções das Sagradas Escrituras.
Para Wycliffe, conhecido como a Estrela d’Alva da Reforma, a Palavra de Deus era o único padrão de fé e a única fonte de autoridade. O reformador alemão Martinho Lutero, que nasceu 100 anos depois de Wycliffe, também reconhecia a autoridade da Bíblia e a necessidade de colocá-la nas mãos do povo. Por esta razão, traduziu as Escrituras para o alemão e colocou em circulação perto de 100.000 cópias, um êxito editorial extraordinário para a época. Nesse período, outras línguas européias foram agraciadas com a tradução da Bíblia em vernáculo.
O surto seguinte se deu no início do século 19, junto com o despertamento da consciência missionária a partir de William Carey (1761-1834), que promoveu a tradução das Escrituras para 45 línguas e dialetos da Índia e de outras partes da Ásia, das quais 35 nada tinham até então. Foi nessa ocasião que nasceram as diversas sociedades bíblicas, a começar com a Sociedade Bíblica Britânica e Estrangeira (1804) e a Sociedade Bíblica Americana (1816). Essas sociedades produziram centenas de traduções das Escrituras e as colocaram em circulação.
Novo surto iniciou 113 anos depois da organização da primeira sociedade bíblica. O instrumento usado por Deus foi o colportor americano William Cameron Townsend (1896-1982), que foi tremendamente impactado na Guatemala, em 1917, com a idade de 21 anos. Ao oferecer uma Bíblia em espanhol a um indígena cakchiquel, este esbravejou: “Se o seu Deus é tão inteligente, por que Ele não fala a minha língua?” Townsend então enxergou e abraçou entusiasticamente o desafio de traduzir as Escrituras para as línguas nativas. Em 1929, 11 anos depois daquele choque, Towsend completou a tradução do Novo Testamento na língua cakchiquel. Mas não parou aí: em 1934 fundou aquilo que é hoje a maior organização missionária protestante de todo o mundo e talvez de todos os tempos: a Wycliffe Bible Translators (Tradutores da Bíblia Wycliffe) e seu irmão gêmeo, o Summer Institute of Linguistics (Instituto Lingüístico de Verão). O nome Wycliffe é uma homenagem a João Wycliffe, já mencionado.
Hoje a Wycliffe tem mais de 5.300 missionários de 60 diferentes nacionalidades que estão envolvidos com a tradução da Bíblia em mais de 70 países. Apesar da complexidade do trabalho, a cada 10 dias esses missionários lingüistas completam a tradução do Novo Testamento para uma língua. Em 1995, eles fizeram a dedicação do 400º Novo Testamento para uma das 800 línguas da Papua-Nova Guiné
O último surto. Não faz muito tempo o missionário hispânico Moisés Lopes visitou uma Igreja da tribo indígena mazahua no norte do México. A Igreja estava cheia. Todos falavam a língua nativa e dispunham de um Novo Testamento nessa língua. Não obstante, o pregador falou em espanhol e o líder do louvor, um nativo, dirigiu cânticos em espanhol. Só os avisos, no final do culto, foram dados na língua do povo. Acabada a reunião, Moisés perguntou ao pastor por que apenas os avisos foram em mazahua. Obteve a seguinte resposta: “É para a congregação entender”. Ora, se os crentes entendiam mal o espanhol, por que a leitura da Bíblia, o sermão e os cânticos não foram na língua nativa?
A diferença entre ler a Palavra de Deus na própria língua e ler em outra língua mesmo pouco ou muito conhecida, é explicada pelo pastor Pedro Samua, da tribo tzutujil, da Guatemala: “Uma coisa é molhar o pé na água do lago; outra é pular dentro dele e nadar à vontade. Assim é a leitura da Bíblia na minha língua e em espanhol. Quando leio em espanhol, eu apenas molho meus pés na graça de Deus. Quando leio em tzutujil, eu mergulho na Palavra e sou refrescado por ela.“
Um dos oradores da conferência Amsterdam 2000, Dela Adalevoh, declarou: “Onde não existe Escritura na língua do povo, a Igreja não cresce”.
O filósofo alemão Immanuel Kant, que morreu no ano em que foi organizada a Sociedade Bíblica Britânica (1804), escreveu que “a existência da Bíblia como livro para o povo é o maior benefício que a raça humana jamais recebeu. Todo intento de diminuir a sua importância é crime contra a humanidade”.
Por todas essas razões, o último grande surto de novas traduções das Escrituras Sagradas, conhecido pelo nome Visão 2025, é um plano arrojado demais, urgente demais, bonito demais e acertado demais. Merece todo o apoio de toda a Igreja sobre a face da terra!
Desafio mundial
Diz-se que os 6,1 bilhões de habitantes do planeta falam 7.148 línguas. A  Bíblia completa já foi traduzida para 366 línguas (cerca de 5,4% do total acima). O Novo Testamento já foi traduzido para 1.012 línguas (cerca de 15%). Pelo menos um livro da Bíblia já foi traduzido para outras 883 línguas (cerca de 13%). A soma desses três números revela que 2.261 línguas têm pelo menos uma porção das Escrituras traduzida (cerca de 33,6%).
Estima-se que há mais de  3.000 línguas com óbvia necessidade de tradução bíblica (44% das 7.148 línguas faladas hoje). A população que fala uma língua sem nenhum livro da Bíblia traduzido é de aproximadamente 250 milhões de pessoas (pouco mais de 4% dos 6,3 bilhões de habitantes).
A maior parte desses 3.000 grupos étnicos desprovidos da Palavra de Deus está na Ásia, especialmente na Índia, China, Nepal e Bangladesh. São 1.200 línguas. Depois vem a África Ocidental, a metade nos países que foram colonizados pela França e a outra metade na Nigéria. São pelo menos 1.000 línguas. Em terceiro lugar, vêm as ilhas do Pacífico, especialmente em Papua-Nova Guiné e na Indonésia. São 600 línguas. Por último vem o Oriente Médio, cuja religião predominante é o islamismo. São 150 línguas.
Papua-Nova Guiné é um caso muito especial. Embora a língua oficial desse país da Oceania seja o inglês (por causa da colonização britânica), ali se falam mais de 800 línguas. Trata-se de uma nação pequena em área (menor que a Bahia) e em população (1 milhão a menos que a população da cidade do Rio de Janeiro). Não obstante a tremenda confusão lingüística, Papua-Nova Guiné, bem ao norte da Austrália, é um dos países de maior porcentagem de cristãos: 33% de católicos e 65% de protestantes (98% ao todo).
No presente momento, os tradutores da Bíblia estão trabalhando com 1.500 traduções ao redor do globo. Se o ritmo presente for mantido, a tradução da Bíblia para as outras 3.000 línguas estará em processo somente no ano 2150! A Visão 2025 tem por objetivo reduzir esse tempo em pelo menos 125 anos. Assim, até o ano 2025, todas os povos que ainda não têm a Bíblia em sua língua terão pelo menos algumas traduções iniciadas na língua que lhes fala ao coração.
—  Wycliffe e SIL”

UniÁsia [Horizontes América Latina]

Link: http://www.mhorizontes.org.br/uniasia/Default.asp

“O projeto UNIASIA tem como objetivo, recrutar, treinar, enviar e apoiar um contingente de 120 jovens para atuarem no continente asiático, trabalhando na Evangelização dos povos não alcançados dessa região.

Os participantes terão a oportunidade de terem uma formação bíblica, missiológica/cultural, universitária (no exterior), língua inglesa, espanhola e uma língua asiática.

O projeto é de sete anos, sendo os dois primeiros divididos em:

• Seis meses no Brasil;

• Seis meses na América Latina (Língua Hispânica);

• Seis meses novamente no Brasil;

• Três meses em país de língua inglesa;

• Cinco anos restantes na Ásia;

Os participantes terão três áreas especificas de atuação na Ásia:

• Ministério entre estudantes;

• Tradução da Bíblia;

• Missão Empresarial;

Será um projeto de médio prazo – sete anos – de preparo e permanência entre os não-alcançados visando capacitar de forma integral obreiros de longo prazo para implantarem igrejas na Ásia (Janela 10-40).

Receberemos 120 candidatos a um custo de três salários mínimos mensais, sendo que no mínimo um salário da igreja local, pois o restante vai ser levantado com parcerias nacionais e internacionais.”

Departamento de Assuntos Indígenas – AMTB

Link: http://www.indigena.org.br/v1/

O DAI – Departamento de Assuntos Indígenas da AMTB, responde pelas questões referentes aos esforços missionários junto às etnias indígenas brasileiras identificadas e reconhecidas pelo próprio DAI. Fomenta a interação entre as agências missionárias filiadas e atua em sintonia com a Igreja Evangélica Brasileira e em parceria com o CONPLEI – Conselho Nacional de Pastores e Líderes Evangélicos Indígenas.

A AMTB – Associação de Missões Transculturais Brasileiras representa agências, juntas missionárias e organizações evangélicas que realizam ou apóiam iniciativas transculturais visando colaborar com suas atividades. Das 41 agências atualmente filiadas à AMTB, 14 se envolvem direta ou indiretamente com a causa missionária indígena.

Entre as atribuições do DAI-AMTB estão:

  • Fomentar a aproximação e relacionamento entre as agências missionárias e igrejas que se envolvem com a causa missionária indígena, e mantê-las informadas a respeito dos andamentos das ações missionárias juntos aos indígenas brasileiros.
  • Responder junto aos órgãos governamentais e à opinião pública em geral a respeito dos assuntos relativos à obra missionária indígena.
  • Promover e orientar discussões para o desenvolvimento de abordagens e iniciativas junto às etnias indígenas brasileiras.
  • Manter um Banco de Dados atualizado com informações relevantes sobre as etnias indígenas brasileiras.
  • Promover o Forum Indígena bianual, reunindo os representantes das agências, missionários, líderes indígenas e outros interessados no trabalho missionário indígena, para comunhão, troca de experiências, edificação mútua e discussões a respeito dos temas comuns.

A diretoria do DAI – AMTB é composta pelo diretor, vice-diretor, coordenador de pesquisas e coordenador de comunicação.

SBB – Sociedade Bíblica do Brasil

Link: http://www.sbb.org.br/default.asp
“Com o final da II Grande Guerra, em 1945, um clima de otimismo e esperança se espalhou pelo mundo. No Brasil, também houve um cenário favorável ao crescimento da distribuição da Bíblia.

É nesse período que surge a Sociedade Bíblica do Brasil (SBB), uma entidade criada por destacados líderes cristãos. Com o lema “Dar a Bíblia à Pátria”, a SBB é fundada em 10 de junho de 1948, no Rio de Janeiro. A partir de então, assume as atividades de tradução, produção e distribuição da Bíblia em todo o território brasileiro.

A SBB é uma entidade nacional, que faz parte das Sociedades Bíblicas Unidas (SBU), uma aliança mundial de entidades, cuja fundação remonta ao século XIX e que foi criada com o objetivo de facilitar o processo de tradução, produção e distribuição das Escrituras Sagradas por meio de estratégias de cooperação mútua. As SBU congregam 145 Sociedades Bíblicas, atuantes em mais de 200 países e territórios, que são orientadas pela missão de promover a maior distribuição possível de Bíblias, numa linguagem que as pessoas possam compreender e a um preço que possam pagar.

Além do trabalho na área de tradução e publicações de Bíblias, a SBB se destaca por sua atuação no campo da ação social. Desde 1962, quando inaugurou o barco Luz na Amazônia para prestar assistência espiritual e social aos ribeirinhos, a SBB tem desenvolvido inúmeros programas sociais que atendem a diferentes segmentos da população como estudantes, índios, presidiários, enfermos e deficientes visuais. “

MEAP – Missão Evangélica de Assistência aos pescadores

Link: http://meap.backsite.com.br/home.asp


Formada por líderes evangélicos de diferentes denominações históricas, com o objetivo de atender especificamente as necessidades deste povo, tão isolado e tão pouco evangelizado em todo o litoral brasileiro, em 1986 nasce a MEAP.

Havia densas trevas espirituais sobre as mais de sessenta vilas de pescadores artesanais existentes na região lagunar entre Iguape (SP) e Paranaguá (PR). O crescimento das  seitas e o sincretismo religioso, confundindo-se com a cultura, faziam deles um povo totalmente sem esperança.

Foi então que, em 1980, o missionário Jaime Orr começou a fazer os primeiros contatos com aquelas comunidades, navegando pelos canais de mar a bordo de um pequeno barco: o Mensageiro II.

Em 1981 Jaime compartilhou, no Seminário Bíblico Palavra da Vida, a necessidade de obreiros para evangelização dos pescadores. Os alunos Márcio e Damaris foram então movidos por Deus para atender àquele apelo.

Em fevereiro de 1984, depois de dois anos ministrando aos pescadores nos finais de semana e férias, Pr. Márcio e Damaris Garcia, agora casados, uniram-se ao casal Jaime e Carmen, dando início ao trabalho de plantação de igrejas entre os pescadores artesanais naquela região.

Perceberam rapidamente que não estavam tratando com uma região geográfica, mas sim com um grupo cultural.

Após algumas pesquisas, confirmando a existência de milhares de vilas de pescadores em nossa costa marítima, decidiram, em comunhão com um grupo de mantenedores que tinha a mesma visão, fundar uma agência missionária para promover o avanço da obra com aquele povo.

Nasceu então, em 1986, a MEAP – “Missão Evangélica de Assistência aos Pescadores” – em Santos (SP), formada por líderes evangélicos de diferentes denominações históricas, que teria por objetivo atender especificamente as necessidades deste povo, tão isolado e tão pouco evangelizado em todo o litoral brasileiro.

Flechas – cuidando do que é preciso. [ministério para filhos de missionários]

link: http://www.flechaswec.com/SiteFlechas/Home.html

“Flechas é o ministério da WEC Brasil dedicado ao cuidado dos filhos de missionários.

O trabalho com filhos de missionários é pioneiro dentro da prática missionária brasileira.

Acreditamos que para as famílias missionárias permanecerem no campo, é preciso que os seus filhos recebam o apoio necessário para seu bem estar e desenvolvimento. Por isto o Ministério Flechas atua nas áreas da pedagogia, psicologia, e do bem estar espiritual e social.

O cuidado com a família missionária não deveria ser uma série de esforços isolados de alguns indivíduos, mas sim, um processo contínuo onde a  igreja enviadora, a agência missionária  e outros trabalham juntos para prover o cuidado integral dos filhos de missionários.”

Flechas é o ministério da WEC Brasil dedicado ao cuidado dos filhos de missionários.

O trabalho com filhos de missionários é pioneiro dentro da prática missionária brasileira.

Acreditamos que para as famílias missionárias permanecerem no campo, é preciso que os seus filhos recebam o apoio necessário para seu bem estar e desenvolvimento. Por isto o Ministério Flechas atua nas áreas da pedagogia, psicologia, e do bem estar espiritual e social.

O cuidado com a família missionária não deveria ser uma série de esforços isolados de alguns indivíduos, mas sim, um processo contínuo onde a  igreja enviadora, a agência missionária  e outros trabalham juntos para prover o cuidado integral dos filhos de missionários.